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quarta-feira, 7 de outubro de 2009

O médico e o monstro.

Profissão: profissionais de saúde
Escuto muito sobre a “lentidão” e o “desprezo” de alguns profissionais de saúde quanto ao atendimento nos postos e hospitais públicos.
Acredito que existem “profissionais” e profissionais. O primeiro trabalha por STATUS, grana. O segundo trabalha por amor a profissão e aos seres humanos.
Não há justificativa para agir inconsequentemente com vidas humanas porque o salário está baixo ou os planos de saúde particulares pagam mal.

Concordo plenamente que qualquer pessoa teve ganhar o suficiente para ter qualidade de vida, seja gari, médicos, engenheiros etc. Qualquer cidadão brasileiro tem o direito de fazer greve para reivindicar melhorias no trabalho (higiene, segurança etc.).
O que não pode acontecer é jogar para a população a revolta de não ganhar o suficiente em relação aos anos de estudos. Que façam greve, mas respeitem a dignidade da pessoa humana: ter atendimento adequado, ser tratado como ser humano.
Entendo perfeitamente o desespero dos profissionais de saúde diante do dilema de selecionar pacientes que “devem” morrer por falta de leitos e remédios quando o caso é gravíssimo versus a falta de infra-estrutura hospitalar.
Enquanto alguns governantes fizerem descasos com a população restará aos profissionais de saúde humanitários o dilema do Eros ou Tanatos (vida ou morte). Aos profissionais movidos pelo coração de tinta e ouro fica a dor de ter que trabalhar muito por pouco.
Aos profissionais humanitários resta a união da população para cobrar dos administradores públicos o que manda a Constituição:
Art. 6º São direitos sociais a educação, a saúde, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma desta Constituição. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 26, de 2000).
Aos profissionais de tinta e metal (dinheiro):
Saiam da profissão e sejam empresários para ganharem mais $$$$.

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Sobre o Autor:
Humanista que contribui para a efetiva aplicação do artigo 3°, da CF/1988; (objetivos fundamentais), do artigo 5°, da CF; (Direitos e Garantias Fundamentais da Pessoa Humana), do artigo 37 (princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência; principalmente sobre a moralidade administrativa) da Constituição Federal de 1988; e Tratados Internacionais sobre Direitos Humanos e Garantias Fundamentais da Pessoa Humana dos quais o Brasil é signatário. NÃO HÁ DIGNIDADE HUMANA NUMA NAÇÃO QUANDO A MAIORIA DO POVO NÃO TEM QUALIDADE DE VIDA SEJA POR: SALÁRIO MÍNIMO QUE NÃO ATENDE AS NECESSIDADES BÁSICAS (art. 7°, IV, da CF); ESCASSEZ OU AUSÊNCIA DE SEGURANÇA PÚBLICA (art. 144, da CF); SERVIÇOS PÚBLICOS INEFICIENTES (LEI Nº 8.987, DE 13 DE FEVEREIRO DE 1995); IMORALIDADE DOS AGENTES POLÍTICOS (LEI Nº 8.429, DE 2 DE JUNHO DE 1992); DOENÇAS PROVOCADAS POR PRECARIEDADE NA INFRAESTRUTURA DE SANEAMENTO BÁSICO (LEI Nº 11.445, DE 5 DE JANEIRO DE 2007); OMISSÃO, NEGLIGÊNCIA DAS AUTORIDADES PÚBLICAS QUANTO AO USO INDISCRIMINADO DE AGROTÓXICOS NA ALIMENTAÇÃO HUMANA (LEI Nº 7.802, DE 11 DE JULHO DE 1989); VOTAÇÃO SECRETA DE PARLAMENTARES PARA ABSOLVER AGENTE POLÍTICO CORRUPTO..