Nossos livros digitais: Direito do consumidor, sociologia, política etc. Amazon [clique aqui para acessar], um dos sites mais conceituados em livros digitais. Os livros são de minha autoria.


POLÍCIA FEDERAL: SAIBA COMO DENUNCIAR. ACESSE AQUI.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Disque Denúncia estaduais

Além do número 190 para ações emergenciais e do número das secretarias de segurança pública, poucos estados ainda não possuem um único número para denúncia de crimes.

O que denunciar? Traficantes, políticos cometendo crime em algum lugar (pedofilia, prostituição etc.), servidores públicos em geral (extorquindo dinheiro de lojista, condutor de veículo motorizado, colaborando com tráfico etc.)

Anonimato absoluto! Não deixe a violência e a corrupção matem primeiro para depois você agir. Sua família pode ser a próxima vítima.


Acre : As denúncias podem ser feitas pelo site do governo do Acre. 0800-647-4300 (serviço de denúncia de crimes eleitorais).
Alagoas: 0800 284-9390 ou (82) 336-9004
Amapá: Não há um serviço exclusivo de disque-denúncia.
Amazonas: 147 ou 0800 92-0500
Bahia: 147 ou 0800 71-2191
Ceará: 185 ou (85) 433-8100
Distrito Federal: 147 ou (61) 323 88 55
Espírito Santo: 181 ou (27) 3222-8144
Goiás: (62)271-7000
Maranhão: 147, 0800 90-0147 ou (98) 243-3321
Mato Grosso: 147 ou 0800 65-3939
Mato Grosso do Sul: 181
Minas Gerais: 0800-305000
Pará: 147 ou 190
Paraíba: 147 ou (83) 213-9071
Paraná: 147 ou 0800 41-0090, de segunda a sexta-feira das 8h30 às 18h30.
Pernambuco: (81) 3421-9595 ou (81) 3719-4545
Piauí: 0800 280-5013
Rio de Janeiro: (21) 2253-1177
Rio Grande do Norte: 0800 84-2999
Rio Grande do Sul: (51) 3288-5100
Rondônia: 0800 647-1016, atende das 7h30 às 19h.
Roraima: 0800 280-9518
Santa Catarina: 683
São Paulo: (11) 3272-7373 (para o estado de São Paulo), 0800 15-6315 (atende a todo o território brasileiro)
Sergipe: 0800 79-0147
Tocantins: 0800 63-1190

Imprima ou salve em PDF

Sobre o Autor:
Humanista que contribui para a efetiva aplicação do artigo 3°, da CF/1988; (objetivos fundamentais), do artigo 5°, da CF; (Direitos e Garantias Fundamentais da Pessoa Humana), do artigo 37 (princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência; principalmente sobre a moralidade administrativa) da Constituição Federal de 1988; e Tratados Internacionais sobre Direitos Humanos e Garantias Fundamentais da Pessoa Humana dos quais o Brasil é signatário. NÃO HÁ DIGNIDADE HUMANA NUMA NAÇÃO QUANDO A MAIORIA DO POVO NÃO TEM QUALIDADE DE VIDA SEJA POR: SALÁRIO MÍNIMO QUE NÃO ATENDE AS NECESSIDADES BÁSICAS (art. 7°, IV, da CF); ESCASSEZ OU AUSÊNCIA DE SEGURANÇA PÚBLICA (art. 144, da CF); SERVIÇOS PÚBLICOS INEFICIENTES (LEI Nº 8.987, DE 13 DE FEVEREIRO DE 1995); IMORALIDADE DOS AGENTES POLÍTICOS (LEI Nº 8.429, DE 2 DE JUNHO DE 1992); DOENÇAS PROVOCADAS POR PRECARIEDADE NA INFRAESTRUTURA DE SANEAMENTO BÁSICO (LEI Nº 11.445, DE 5 DE JANEIRO DE 2007); OMISSÃO, NEGLIGÊNCIA DAS AUTORIDADES PÚBLICAS QUANTO AO USO INDISCRIMINADO DE AGROTÓXICOS NA ALIMENTAÇÃO HUMANA (LEI Nº 7.802, DE 11 DE JULHO DE 1989); VOTAÇÃO SECRETA DE PARLAMENTARES PARA ABSOLVER AGENTE POLÍTICO CORRUPTO..