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terça-feira, 19 de outubro de 2010

Escassez de água doce no mundo e exportação de gado brasileiro

O Brasil é um dos maiores exportadores de carne. A economia, para alguns, com a exportação de carne gera empregos e movimenta a economia nacional. Mas há de considerar já que se fala tanto de meio ambiente e preservação que a criação de gado traz prejuízos ao meio ambiente, porém aos pecuaristas não admitem e nem o governo uma vez que “gera” riquezas. Será?

Os rebanhos consomem boa parte dos recursos da Terra. Uma vaca, num único gole, bebe até 2 litros de água. Num dia, consome até 100 litros. Para produzir 1 quilo de carne, gastam-se 43.000 (quarenta e três mil) litros de água. Um quilo de tomates custa ao planeta menos de 200 litros de água. Um terço dos grãos do mundo viram comida de vaca. As áreas desmatadas geralmente por queimadas esgotam os recursos do solo tornando-os improdutivos.

"Enquanto os homens massacrarem os animais, eles se matarão uns aos outros. Aquele que semeia a morte e o sofrimento não pode colher a alegria e o amor." (Pitágoras)

Não se trata de apelo ao vegetarianismo, mas uma abordagem lúcida diante dos erros comuns e justificáveis pela indústria desgovernada do abate de animais. Sabe-se que atualmente os animais recebem doses maciças de antibióticos, outra é que as condições de criação para abate é movido por crueldade. 

MEIO AMBIENTE   -“ PECUÁRIA, A GRANDE VILÃ.” A  alimentação  carnívora é a maior vilã do AQUECIMENTO GLOBAL, tanto pelo desmatamento insano dos pecuaristas, como o metano emitido pela digestão dos rebanhos ( puns), a própria respiração dos bovinos, que hoje são superiores aos habitantes humanos, as fezes contaminadoras e a fome, por que um terço dos grãos do mundo vira comida de vaca e a produção de soja, do Brasil, uma das maiores do mundo, é exportada na maioria, para ser dada ao gado. (Resumo texto em Copenhague).

"Foi possível observar que o conjunto das emissões procedentes desta atividade [pecuária] corresponde, aproximadamente, à metade das emissões do Brasil", destaca o trabalho, liderado por Mercedes Bustamante, da Universidade de Brasília. -  2,2 gigatoneladas de equivalente do dióxido de carbono emitidas oficialmente pelo Brasil em 2005, segundo dados do ministério brasileiro de Ciência e Tecnologia, aproximadamente 1.055 gigatoneladas correspondem à pecuária.  -     O Brasil possui o maior rebanho bovino do mundo, com mais de 190 milhões de cabeças. (Superior a população)  -  As emissões brasileiras de gases do efeito estufa cresceram 62% entre 1990 e 2005, e mais da metade deste aumento corresponde ao manejo da terra. 

Nos EUA centenas de pessoas são operadas para cortar parte do intestino devido ao câncer proveniente de excesso de carne. Os comedores de carne morrem mais de câncer de intestino, boca, faringe, estômago, seio e próstata.

A pressão para a derrubada das florestas, inclusive a amazônica, vem em grande parte da necessidade de pasto. Entre os danos ambientais causados pelo gado, está também o aquecimento global. Os gases da flatulência de bois e ovelhas – não, isso não é uma piada – estão entre os principais causadores do efeito estufa.

Como são abatidos os animais?

Galinhas

Essas quase sempre levam uma vida miserável. Vivem espremidas numa gaiola do tamanho delas. As luzes ficam acesas até 18 horas por dia – assim elas não dormem e comem mais (isso acontece principalmente com as que produzem ovos). Seus bicos são cortados para que não matem umas às outras e para evitar que elas escolham que parte da ração querem comer – caso contrário, ciscariam apenas os grãos de seu agrado e deixariam de lado alimentos que servem para que engordem rápido.

A morte é rápida. As galinhas ficam presas numa esteira rolante que passa sob um eletrodo. O choque desacorda a ave e, em seguida, uma lâmina corta seu pescoço. O esquema é industrial. Hoje, nos Estados Unidos, são abatidas, em um dia, tantas aves quanto a indústria levava um ano para matar em 1930. Nas granjas de ovos, pintinhos machos são sacrificados numa espécie de liquidificador gigante. Parece horrível, mas é a mais indolor das mortes descritas aqui.

Porcos

Outros azarados. Não têm espaço nem para deitar confortavelmente. “São confinados do nascimento ao abate”, diz Pinheiro Filho. As gestantes são forçadas a parir atadas a uma fivela, apertadas na baia. O abate é parecido com o de bovinos, com a diferença que o atordoamento é feito com um choque elétrico na cabeça e que o animal é jogado num tanque de água fervendo após o sangramento, para facilitar a retirada da pele. Gail Eisnitz afirma, em seu livro, que muitos porcos caem na água fervendo ainda vivos, mas isso provavelmente é incomum.

Patos e gansos

Os mais infelizes dos nossos alimentos provavelmente são os gansos e patos da França. O foie gras, um patê tradicional e sofisticado, é feito com o fígado inflamado das aves. Os produtores colocam um funil na boca delas e as entopem de comida por meses, fazendo com que o fígado trabalhe dobrado. Isso provoca uma inflamação e faz com que o órgão fique imenso, cheio de gordura. Ou seja, o patê, na prática, é uma doença. Há movimentos pedindo o banimento do produto. Não se produz foie gras no Brasil.

Em resumo, o Brasil tem um grande problema de desmatamento na Amazônia devido aos pecuaristas e madeireiros. Os últimos ganham destaque na mídia enquanto os pecuaristas agem sem qualquer empecilho. Há um jogo político e perverso diante da Amazônia pelos próprios brasileiros inescrupulosos, mas disfarçados pela “defesa da Amazônia contra os estrangeiros”. Estudos indicam que o desmatamento da Amazônia propiciará o surgimento de furacões no sudeste – Lula foi alertado por um estudioso e professor universitário. São Paulo já teve dois furacões que destruíram galpões. o corpo humano precisa de proteína, mas estão fazendo uma panaceia comercial para justificar os atos de destruição na Amazônia.

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Sobre o Autor:
Humanista que contribui para a efetiva aplicação do artigo 3°, da CF/1988; (objetivos fundamentais), do artigo 5°, da CF; (Direitos e Garantias Fundamentais da Pessoa Humana), do artigo 37 (princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência; principalmente sobre a moralidade administrativa) da Constituição Federal de 1988; e Tratados Internacionais sobre Direitos Humanos e Garantias Fundamentais da Pessoa Humana dos quais o Brasil é signatário. NÃO HÁ DIGNIDADE HUMANA NUMA NAÇÃO QUANDO A MAIORIA DO POVO NÃO TEM QUALIDADE DE VIDA SEJA POR: SALÁRIO MÍNIMO QUE NÃO ATENDE AS NECESSIDADES BÁSICAS (art. 7°, IV, da CF); ESCASSEZ OU AUSÊNCIA DE SEGURANÇA PÚBLICA (art. 144, da CF); SERVIÇOS PÚBLICOS INEFICIENTES (LEI Nº 8.987, DE 13 DE FEVEREIRO DE 1995); IMORALIDADE DOS AGENTES POLÍTICOS (LEI Nº 8.429, DE 2 DE JUNHO DE 1992); DOENÇAS PROVOCADAS POR PRECARIEDADE NA INFRAESTRUTURA DE SANEAMENTO BÁSICO (LEI Nº 11.445, DE 5 DE JANEIRO DE 2007); OMISSÃO, NEGLIGÊNCIA DAS AUTORIDADES PÚBLICAS QUANTO AO USO INDISCRIMINADO DE AGROTÓXICOS NA ALIMENTAÇÃO HUMANA (LEI Nº 7.802, DE 11 DE JULHO DE 1989); VOTAÇÃO SECRETA DE PARLAMENTARES PARA ABSOLVER AGENTE POLÍTICO CORRUPTO..