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terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Crianças e adolescentes na internet. Cuidados a tomar

Muito cuidado com a criança e adolescente que navegam na web. Os pais devem ter monitoramento, mas cada fase merece as devidas atuações coerentes.

As crianças devem ser monitoradas quando acessarem a internet. Os pais devem ficar por perto. A conversa de pais para filhos é importante sobre os perigos da internet. A partir do três anos de idade a criança já pode assimilar conceitos de certo e errado diante, claro, dos valores transmitidos pelos pais. Ainda é uma fase de condicionamento e não de discernimento para a criança. Mesmo nos adolescentes ainda não ouve desenvolvimento pleno da área cerebral responsável pelo discernimento. Por isso que muitos falam que adolescente vive com a cabeça na lua.

A adolescência inicia-se por volta dos dez ou onze anos de idade. A adolescência é dividida em três fases:

- a pré-puberdade, quando o desenvolvimento físico se acelera e busca maior proximidade com os adultos. O lado emocional é muito confuso, com oscilações de sentimentos como ódio e amor, na busca de identificar-se;

- a puberdade, que se inicia por volta dos treze anos, é marcada pela maturidade dos órgãos reprodutores;

- e a pós-puberdade, entre os quinze e vinte anos, fase em que deve demonstrar responsabilidade diante das cobranças do meio social, como a escolha profissional, estruturar as relações com o sexo oposto e a formação da identidade, necessitando cada vez menos da ajuda intelectual dos adultos.

É importante para os pais que a criança seja educada para não falarem com qualquer pessoa na internet e contar aos pais caso algum amigo virtual começar a falar sobre corpo, anatomia, prazer entre duas pessoas. Outros assuntos que merecem vigilância por parte dos pais em relação às mensagens recebidas pelos filhos de amizades virtuais são:

1) O amigo está acima da família, isto é, a família não entende o adolescente, mas o amigo sim;

2) Cativar a outra pessoa com palavras e promessas de felicidades eternas, riquezas materiais, presentes infinitos;

3) Empolgar a criança ou adolescente a sair de casa para morar em local mais confortável, harmonioso;

4) Frases de “eu te amo e não podemos viver separados”, “nossos pais não nos entende e precisamos um do outro para sermos felizes”, “darei a você a felicidade que não possui”;

5) Usar palavras como “seus pais fazem amor é é natural”, “sexo é algo normal entre as pessoas”, “é preciso conhecer um pouco sobre sexo para não passar vergonha com amigos (as).

Os pedófilos e demais pessoas de má índole insuflam o ego, apaziguam os medos, receios, se colocam como provedores de sentimentos e necessidades básicas. Com jeito delicado, respeitador, inocente, persuasor e amigo provoca na vítima a sensação de plenitude para as frustrações, recalques.

Quando os pais não conversam com os filhos de forma esclarecida e coerente, quando usam de força física constantemente para imputar respeito, quando fazem chantagens emocionais visando respeito e obediência as regras do lar, quando caçoam a inteligência dos filhos, quando debocham dos erros dos filhos, os pais abrem brechas às pessoas de má índole.

Os pais devem demonstrar aos filhos que são pais, merecem respeito, são provedores do lar, se preocupam com a vida dos filhos e querem o melhor para eles. Mas, o mais importante, é saber também se desculpar aos filhos quando erram.

O autoritarismo de pais aos filhos não serve mais nos dias atuais devido ao enfraquecimento do controle social. Nos tempos de nossos avós a sociedade reprimia as atitudes más das crianças e adolescentes. Atualmente se vê uma criança palavreando e nada se faz, nenhum adulto vá lá e recrimina a ação da criança seja porque os próprios pais podem achar desaforo um estranho ditando regras aos filhos ou por medo de pessoas pseudoentendidas em direitos da criança e adolescente que poderão dizer que tal pessoa está maltratando a criança.

Existem também programas que controlam os acessos dos filhos a sites, monitoram conversas de mensageiros instantâneos (Windows Messenger live, Yahoo Messenger, por exemplos). Os próprios sistemas operacionais do Windows têm como diminuir os acessos das crianças e adolescentes a sites pornográficos e outras páginas que tratam de racismo etc. quanto aos mensageiros eletrônicos, principalmente o Windows live Messenger ou MSN existe também como monitorar as conversas sem precisar de instalar programas de terceiros, mas cada qual escolherá o que é melhor.

O fundamental na questão quanto ao comportamento dos filhos (de criança a adolescência e fase adulta) é os valores transmitidos pelos pais, assim como a relação entre pais e filhos. Como dito antes os pais devem transmitir a ideia que são pais e merecem respeito, mas que também respeitam os filhos, mas com a experiência de vida que os pais possuem sabem das artimanhas de golpistas e sedutores baratos. É comum entre pais e filhos o dizer que “eu sei de tudo e você nada”, “você está ultrapassado, pois tudo mudou e não é mais como era antes na sua época”.

Sim, os tempos mudam: modo de se vestir, pentear, andar, sentar, considerações sobre sexo, tecnologia. Mas o que não mudou ainda é a presença de golpistas, malandros, exploradores da inocência alheia, os pedófilos, os mentirosos para conseguirem uma noite e nada mais, riquezas alheias. E quanto as pessoas de má índole é preciso mostrar aos filhos que existem. Os pais devem mostrar também aos filhos que são seres humanos e tem seus erros, qualidades. Amizade. Sim. Deve existir entre os pais e filhos porque a autoridade desmerecida e o ar de invencibilidade não será perpetuado por muito tempo pelos próprios pais em relação aos filhos. E criando laços de amizade os pais saberão que no futuro terão mais do que filhos e laços genéticos, mas a certeza de um amizade.

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Sobre o Autor:
Humanista que contribui para a efetiva aplicação do artigo 3°, da CF/1988; (objetivos fundamentais), do artigo 5°, da CF; (Direitos e Garantias Fundamentais da Pessoa Humana), do artigo 37 (princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência; principalmente sobre a moralidade administrativa) da Constituição Federal de 1988; e Tratados Internacionais sobre Direitos Humanos e Garantias Fundamentais da Pessoa Humana dos quais o Brasil é signatário. NÃO HÁ DIGNIDADE HUMANA NUMA NAÇÃO QUANDO A MAIORIA DO POVO NÃO TEM QUALIDADE DE VIDA SEJA POR: SALÁRIO MÍNIMO QUE NÃO ATENDE AS NECESSIDADES BÁSICAS (art. 7°, IV, da CF); ESCASSEZ OU AUSÊNCIA DE SEGURANÇA PÚBLICA (art. 144, da CF); SERVIÇOS PÚBLICOS INEFICIENTES (LEI Nº 8.987, DE 13 DE FEVEREIRO DE 1995); IMORALIDADE DOS AGENTES POLÍTICOS (LEI Nº 8.429, DE 2 DE JUNHO DE 1992); DOENÇAS PROVOCADAS POR PRECARIEDADE NA INFRAESTRUTURA DE SANEAMENTO BÁSICO (LEI Nº 11.445, DE 5 DE JANEIRO DE 2007); OMISSÃO, NEGLIGÊNCIA DAS AUTORIDADES PÚBLICAS QUANTO AO USO INDISCRIMINADO DE AGROTÓXICOS NA ALIMENTAÇÃO HUMANA (LEI Nº 7.802, DE 11 DE JULHO DE 1989); VOTAÇÃO SECRETA DE PARLAMENTARES PARA ABSOLVER AGENTE POLÍTICO CORRUPTO..