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terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Diga “não” as drogas

As drogas lícitas estão sendo combatidas no mundo todo. Começou contra o tabaco e agora contra o álcool. Cada vez mais a OMS mostra os males aos seres humanos e alertam os governos mundiais. As ilícitas também são combatidas cada vez mais. Os danos socioeconômicos são maiores do que se possam imaginar – em 2009 Holanda considerada o país liberal começou a dificultar o uso de maconha. Os altíssimos impostos cobrados pelos governos as indústrias de tabaco e álcool (bebida) não são suficientes para depois a saúde pública sanar os malefícios em decorrência do uso.

Cada vez mais os jovens consomem drogas lícitas e ilícitas e muitos quando atingirem 25 anos terão problemas de saúde principalmente cardiorrespiratório (tabaco), cirrose hepática (álcool), por exemplos.

Mas há absurdos criados por pessoas com:

1) Fumar para emagrecer;

2) Beber para ficar desinibido (a);

3) Usar droga para ter mais potência sexual;

4) usar droga para poder demonstrar coragem ao grupo;

5) Esquecer dos tormentos da vida;

6) Relaxar depois de um dia extenuante.

A maioria dos homicídios e suicídios – uma pessoa que avança o semáforo na cor vermelha sem parar o veículo é considerado suicida e quem não respeita jogo o veículo sobre o pedestre numa atitude de fazê-lo correr é considerado homicida (sadismo) – são provocados por ingestão de droga.

A literatura do direito forense mostra que drogas são os maiores causadores de distúrbios familiares e sociais levando a cenas degradantes da barbárie humana:

1) Pais que espancam filhos;

2) Filhos que espancam os pais;

3) Homicídio provocado por ciúmes;

4) Desestruturação socioeconômica familiar;

6) Destruição de patrimônio público;

7) Envolvimento com traficantes de droga.

 

A OMS considera que o abuso de drogas não pode ser definido apenas em função da quantidade e frequência de uso.

Assim, uma pessoa somente será considerada dependente se o seu padrão de uso resultar em pelo menos três dos seguintes sintomas ou sinais, ao longo dos últimos doze meses:

  1. Forte desejo ou compulsão de consumir drogas;
    Dificuldades em controlar o uso, seja em termos de início, término ou nível de consumo;
  2. Uso de substâncias psicoativas para atenuar sintomas de abstinência, com plena consciência dessa prática;
    Estado fisiológico de abstinência;
  3. Evidência de tolerância, quando o indivíduo necessita de doses maiores da substância para alcançar os efeitos obtidos anteriormente com doses menores;
  4. Estreitamento do repertório pessoal de consumo, quando o indivíduo passa, por exemplo, a consumir drogas em ambientes inadequados, a qualquer hora, sem nenhum motivo especial;
  5. Falta de interesse progressivo de outros prazeres e interesses em favor do uso de drogas;
  6. Insistência no uso da substância, apesar de manifestações danosas comprovadamente decorrentes desse uso;
  7. Evidência de que o retorno ao uso da substância, após um período de abstinência, leva a uma rápida reinstalação do padrão de consumo anterior.

Algumas definições

Experimentador: pessoa que experimenta a droga, levada geralmente por curiosidade. Aquele que prova a droga uma ou algumas vezes e em seguida perde o interesse em repetir a experiência.

Usuário ocasional: utiliza uma ou várias drogas quando disponíveis ou em ambiente favorável, sem rupturas (distúrbios) afetiva, social ou profissional.

Usuário habitual: faz uso frequente, porém sem que haja ruptura afetiva, social ou profissional, nem perda de controle.

Usuário dependente: usa a droga de forma frequente e exagerada, com rupturas dos vínculos afetivos e sociais. Não consegue parar quando quer.

Dependência: quando a pessoa não consegue largar a droga, porque o organismo acostumou-se com a substância e sua ausência provoca sintomas físicos (quadro conhecido como síndrome da abstinência ), e/ou porque a pessoa acostumou-se a viver sob os efeitos da droga, sentindo um grande impulso de usá-la com frequência ("fissura").

Escalada: é quando a pessoa passa do uso de drogas consideradas "leves" para as mais "pesadas", ou quando, com uma mesma droga, passa de consumo ocasional para consumo intenso.

Tolerância: quando o organismo se acostuma com a droga e passa a exigir doses maiores para conseguir os mesmos efeitos.

Poliusuário: pessoa que utiliza combinação de várias drogas simultaneamente, ou dentro de um curto período de tempo, ainda que tenha predileção por determinada droga.

Overdose: dose excessiva de uma droga, com graves implicações físicas e psíquicas, podendo levar à morte por parada respiratória e/ou cardíaca.

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Sobre o Autor:
Humanista que contribui para a efetiva aplicação do artigo 3°, da CF/1988; (objetivos fundamentais), do artigo 5°, da CF; (Direitos e Garantias Fundamentais da Pessoa Humana), do artigo 37 (princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência; principalmente sobre a moralidade administrativa) da Constituição Federal de 1988; e Tratados Internacionais sobre Direitos Humanos e Garantias Fundamentais da Pessoa Humana dos quais o Brasil é signatário. NÃO HÁ DIGNIDADE HUMANA NUMA NAÇÃO QUANDO A MAIORIA DO POVO NÃO TEM QUALIDADE DE VIDA SEJA POR: SALÁRIO MÍNIMO QUE NÃO ATENDE AS NECESSIDADES BÁSICAS (art. 7°, IV, da CF); ESCASSEZ OU AUSÊNCIA DE SEGURANÇA PÚBLICA (art. 144, da CF); SERVIÇOS PÚBLICOS INEFICIENTES (LEI Nº 8.987, DE 13 DE FEVEREIRO DE 1995); IMORALIDADE DOS AGENTES POLÍTICOS (LEI Nº 8.429, DE 2 DE JUNHO DE 1992); DOENÇAS PROVOCADAS POR PRECARIEDADE NA INFRAESTRUTURA DE SANEAMENTO BÁSICO (LEI Nº 11.445, DE 5 DE JANEIRO DE 2007); OMISSÃO, NEGLIGÊNCIA DAS AUTORIDADES PÚBLICAS QUANTO AO USO INDISCRIMINADO DE AGROTÓXICOS NA ALIMENTAÇÃO HUMANA (LEI Nº 7.802, DE 11 DE JULHO DE 1989); VOTAÇÃO SECRETA DE PARLAMENTARES PARA ABSOLVER AGENTE POLÍTICO CORRUPTO..