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sábado, 2 de junho de 2012

Hacker faz críticas pesadas ao Facebook e à privacidade na internet

Criador do Tor e ex-ativista da WikiLeaks diz que rede social serve apenas para vigilância.

Jacob Appelbaum tem experiência de sobra para criticar segurança na internet: além de ser ex-ativista a serviço do WikiLeaks, ele é um dos homens por trás do Tor, uma ferramenta que permite, entre outras coisas, acessar a deep web. Participando de um painel na conferência nacional Rio Rights Con, ele não poupou críticas a serviços bem conhecidos pelos brasileiros.

Sobre o Facebook, ele foi direto: a rede social é uma “empresa de vigilância”, que serve apenas para que pessoas espionem a vida de outras e façam denúncias sobre a atividade de outros contatos.

Já o Skype colocaria você e seus amigos em risco quando há chamadas de voz, já que há brechas no sistema que permitiriam o uso de backdoors — o rastreamento de pessoas que seria usado apenas pelo governo — mas que fica aberto também para pessoas mal intencionadas na rede.

Defesa pessoal

Appelbaum também precisou se justificar, afinal, seu projeto Tor é bastante usado para a prática de crimes e atividades ilegais. Segundo ele, o problema não está na divulgação de conteúdos proibidos, mas em quem os espalha pela internet, que acaba levando toda a culpa. “A causa da pornografia infantil não é a internet, são as pessoas que cometem esse crime”, disse o hacker, segundo a Folha de São Paulo.

A conferência Rights Con, que reúne especialistas de diversos países para debater temas como a privacidade digital, aconteceu ontem (31) e hoje (1°) no Rio de Janeiro.

Fonte: Folha de São Paulo

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Sobre o Autor:
Humanista que contribui para a efetiva aplicação do artigo 3°, da CF/1988; (objetivos fundamentais), do artigo 5°, da CF; (Direitos e Garantias Fundamentais da Pessoa Humana), do artigo 37 (princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência; principalmente sobre a moralidade administrativa) da Constituição Federal de 1988; e Tratados Internacionais sobre Direitos Humanos e Garantias Fundamentais da Pessoa Humana dos quais o Brasil é signatário. NÃO HÁ DIGNIDADE HUMANA NUMA NAÇÃO QUANDO A MAIORIA DO POVO NÃO TEM QUALIDADE DE VIDA SEJA POR: SALÁRIO MÍNIMO QUE NÃO ATENDE AS NECESSIDADES BÁSICAS (art. 7°, IV, da CF); ESCASSEZ OU AUSÊNCIA DE SEGURANÇA PÚBLICA (art. 144, da CF); SERVIÇOS PÚBLICOS INEFICIENTES (LEI Nº 8.987, DE 13 DE FEVEREIRO DE 1995); IMORALIDADE DOS AGENTES POLÍTICOS (LEI Nº 8.429, DE 2 DE JUNHO DE 1992); DOENÇAS PROVOCADAS POR PRECARIEDADE NA INFRAESTRUTURA DE SANEAMENTO BÁSICO (LEI Nº 11.445, DE 5 DE JANEIRO DE 2007); OMISSÃO, NEGLIGÊNCIA DAS AUTORIDADES PÚBLICAS QUANTO AO USO INDISCRIMINADO DE AGROTÓXICOS NA ALIMENTAÇÃO HUMANA (LEI Nº 7.802, DE 11 DE JULHO DE 1989); VOTAÇÃO SECRETA DE PARLAMENTARES PARA ABSOLVER AGENTE POLÍTICO CORRUPTO..