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quinta-feira, 7 de junho de 2012

Ministério Público denuncia bispo Edir Macedo por lavagem de dinheiro

Edir Macedo e outras três pessoas ligadas à Igreja Universal do Reino de Deus foram acusadas de lavagem de dinheiro, formaçao de quadrilha, falsidade ideológica e estelionato

O bispo Edir Macedo Bezerra, líder religioso da Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd), e outras três pessoas foram denunciadas pelo Ministério Público Federal por lavagem de dinheiro e evasão de divisas, formação de quadrilha, falsidade ideológica e estelionato contra fieis para obter recursos para a Igreja.

Os três dirigentes da Iurd alvos da denúncia são o ex-deputado federal João Batista Ramos Silva, o bispo Paulo Roberto Gomes da Conceição, e a diretora financeira Alba Maria Silva da Costa. A acusação é de que eles fazem parte de uma quadrilha que lava dinheiro da Iurd, remetido de forma ilegal do Brasil para os Estados Unidos, por meio de uma casa de câmbio de São Paulo, entre 1999 e 2005.

De acordo com a denúncia, o dinheiro era obtido por estelionato contra fieis, por meio "oferecimento de falsas promessas e ameaças de que o socorro espiritual e econômico somente alcançaria aqueles que se sacrificassem economicamente pela Igreja".

Além disso, os quatro também são suspeitos de falsidade ideológica por registrarem nos contratos sociais das empresas do grupo da Iurd composições societárias diferentes das reais. O objetivo era esconder a real proprietária dos empreendimentos, a própria Igreja. Também foi solicitada na denúncia a análise de cassação da imunidade tributária da Iurd.

O bispo Edir Macedo também é dono da Rede Record.

(O Tempo)

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Sobre o Autor:
Humanista que contribui para a efetiva aplicação do artigo 3°, da CF/1988; (objetivos fundamentais), do artigo 5°, da CF; (Direitos e Garantias Fundamentais da Pessoa Humana), do artigo 37 (princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência; principalmente sobre a moralidade administrativa) da Constituição Federal de 1988; e Tratados Internacionais sobre Direitos Humanos e Garantias Fundamentais da Pessoa Humana dos quais o Brasil é signatário. NÃO HÁ DIGNIDADE HUMANA NUMA NAÇÃO QUANDO A MAIORIA DO POVO NÃO TEM QUALIDADE DE VIDA SEJA POR: SALÁRIO MÍNIMO QUE NÃO ATENDE AS NECESSIDADES BÁSICAS (art. 7°, IV, da CF); ESCASSEZ OU AUSÊNCIA DE SEGURANÇA PÚBLICA (art. 144, da CF); SERVIÇOS PÚBLICOS INEFICIENTES (LEI Nº 8.987, DE 13 DE FEVEREIRO DE 1995); IMORALIDADE DOS AGENTES POLÍTICOS (LEI Nº 8.429, DE 2 DE JUNHO DE 1992); DOENÇAS PROVOCADAS POR PRECARIEDADE NA INFRAESTRUTURA DE SANEAMENTO BÁSICO (LEI Nº 11.445, DE 5 DE JANEIRO DE 2007); OMISSÃO, NEGLIGÊNCIA DAS AUTORIDADES PÚBLICAS QUANTO AO USO INDISCRIMINADO DE AGROTÓXICOS NA ALIMENTAÇÃO HUMANA (LEI Nº 7.802, DE 11 DE JULHO DE 1989); VOTAÇÃO SECRETA DE PARLAMENTARES PARA ABSOLVER AGENTE POLÍTICO CORRUPTO..