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terça-feira, 24 de setembro de 2013

O poder das indústrias tabagistas frente ao STF

Brasil Progresso – Não é de hoje que as indústrias tabagistas têm força de modificar e mandar nas leis soberanas de muitos países. Ardilosamente, os lobistas de tais indústrias conseguem influenciar os governos de vários países, e até os magistrados, para que continuem a ter o livre comércio de tabaco.

No Brasil, a decisão da ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Rosa Weber, que tornou a permitir a venda de cigarros com aditivos aromatizantes. Na contramão mundial antitabagismo, a magistrada permitiu que os lobistas continuassem a ganhar dinheiro mesmo que a saúde do ser humano esteja ameaçada.

Como agem as indústrias tabagistas?

Por décadas foram criados mecanismos persuasivos para a compra de cigarros de tabacos. Associados aos apelos emotivos e muita persuasão graças a campanhas publicitárias editadas por profissionais que estudam, continuamente, o comportamento humano, o vício inerente ao cigarro de tabaco foi disfarçado de várias formas. Vejamos algumas campanhas publicitárias antigas:

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“Mais médicos fumam Camels do que qualquer outro cigarro”.

Em letras garrafais se persuade o público com a associação de médico, pessoa que entende de saúde, com o hábito “saudável” de fumar.

 

 

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O adorável velhinho ocidental PAPAI NOEL fuma demonstrando que é prazeroso, normal e alegre. As companhas publicitárias usam mecanismos psicológicos de associações, pois é assim no cérebro humano. Por exemplo, PAPAI NOEL é uma figura queria, que leva presentes às crianças. Adorável, recompensador aos bons atos durante o ano com presentes, a imagem do cigarro na mão do PAPAI NOEL influencia crianças, já que PAPAI NOEL é bom. Desde cedo a indústria tabagista influencia novas gerações, pois, futuramente, quando adultos, já estão viciados e representam uma cadeia de contínuos lucros.

imageSopre no rosto dela e ela vai segui-lo em qualquer lugar”.

Neste exemplo vemos a tática persuasiva aos homens na conquista amorosa. Como dito, as campanhas publicitárias são criadas com profissionais, que estudaram psicologia comportamental. Freud, Pavlov e outros renomados estudiosos da mente humana são importantes para se criarem campanhas publicitárias. Nesta campanha publicitária os alvos são também os homens tímidos que não sabem como se aproximarem de uma mulher. Mas temos que nos ater ao fato que na época o hábito de fumar era considerado de elevado valor social (status) na sociedade. Se esta campanha publicitária fosse usada nos dias atuais (2013) seria um fracasso sem precedentes diante das descobertas científicas sobre os malefícios da fumaça para os fumantes passivos. Como veem tudo depende do comportamento humano em cada época – as leis são com base na época também, como avanços científicos da medicina etc.

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Sobre o Autor:
Humanista que contribui para a efetiva aplicação do artigo 3°, da CF/1988; (objetivos fundamentais), do artigo 5°, da CF; (Direitos e Garantias Fundamentais da Pessoa Humana), do artigo 37 (princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência; principalmente sobre a moralidade administrativa) da Constituição Federal de 1988; e Tratados Internacionais sobre Direitos Humanos e Garantias Fundamentais da Pessoa Humana dos quais o Brasil é signatário. NÃO HÁ DIGNIDADE HUMANA NUMA NAÇÃO QUANDO A MAIORIA DO POVO NÃO TEM QUALIDADE DE VIDA SEJA POR: SALÁRIO MÍNIMO QUE NÃO ATENDE AS NECESSIDADES BÁSICAS (art. 7°, IV, da CF); ESCASSEZ OU AUSÊNCIA DE SEGURANÇA PÚBLICA (art. 144, da CF); SERVIÇOS PÚBLICOS INEFICIENTES (LEI Nº 8.987, DE 13 DE FEVEREIRO DE 1995); IMORALIDADE DOS AGENTES POLÍTICOS (LEI Nº 8.429, DE 2 DE JUNHO DE 1992); DOENÇAS PROVOCADAS POR PRECARIEDADE NA INFRAESTRUTURA DE SANEAMENTO BÁSICO (LEI Nº 11.445, DE 5 DE JANEIRO DE 2007); OMISSÃO, NEGLIGÊNCIA DAS AUTORIDADES PÚBLICAS QUANTO AO USO INDISCRIMINADO DE AGROTÓXICOS NA ALIMENTAÇÃO HUMANA (LEI Nº 7.802, DE 11 DE JULHO DE 1989); VOTAÇÃO SECRETA DE PARLAMENTARES PARA ABSOLVER AGENTE POLÍTICO CORRUPTO..