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quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Santa Edwiges e os endividados do Brasil

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Brasil Progresso – Hoje se comemora do dia da Santa Edwiges. Milhões de brasileiros vão pedir a Santa auxílio quanto às dívidas contraídas.

No Brasil milhões estão endividados por uma política de “pão e circo”. Apesar dos avanços sociais pelo Governo Federal como Bolsa Família, Minha Casa Minha Vida, e tantas outras, os brasileiros ainda vivem na penúria diária de ter que sobreviver, quase miseravelmente, dentro da sexta maior economia mundial. O populismo serviu por muito tempo como panaceia de crescimento econômico e melhorias na qualidade de vida dos brasileiros. Sim, com certeza, houve, mas os crescimentos não são expressivos quando se compara um morador de lixão que comia restos de alimentos, para o comer de um pão francês comprado na padaria. O Brasil melhorou no ranking mundial, as condecorações recebidas por outros países dizendo que o Brasil melhorou e vem cumprindo a meta de redução de famintos, não é algo que venha a dizer que há continuamente a despreocupação quanto a ter, ou não, alimentos frescos, nutritivos, constantemente, principalmente as várias frutas que se tem no Brasil.

Frutas, hortaliças, grãos variados, que o solo brasileiro produz, ainda é algo surreal aos milhões de brasileiros, os que podem comer diariamente tais alimentos representam muito pouco dos brasileiros – é só analisar o milhões de brasileiros que ganham Bolsa Família para poderem ter uma vida digamos semidigna.

Enquanto isso, os parlamentares têm supersalários (subsídios acima do preconizado pela CF/1988 quanto ao teto máximo dos servires públicos). Foram necessitárias manifestações do povo para que os “nobres” parlamentares, assim como a “justiça” obrigassem tais nobres políticos a devolverem os salários exorbitantes (absolutistas) que conseguiram graças ao patrimonialismo.

O Governo Federal vem incentivando o povo a consumir enquanto a política é duvidosa quanto a estabilidade do real. Muitos que saíram comprando carros, eletroeletrônicos etc. estão endividados. Os aposentados não ganham o teto máximo do INSS – somente 1%. E não é à toa que muitos idosos estão superendividados  graças a inflação, ao SUS falido, aos medicamentos farmacêuticos com preços surreais diante da renda per capta brasileira, aos aumentos absurdos dos aluguéis – que superam de New York.

O Brasil virou paraíso de empresas especializadas em empréstimos. Os idosos, os mais desiguais e menos favorecidos pelas políticas de “pão e circo” se socorrem diante das promessas de facilidades de empréstimos. Depois de alguns meses os idosos se deparam com a dura realidade: ficam mais endividados, e perdem até seus lares.

Um tiro no pé

Por muito tempo as políticas de desenvolvimento brasileiro na qualidade de vida e de redução das desigualdades sociais soaram como políticas sérias de “para o povo, do povo, ao povo”, mas as realidades foram sentidas pela nação. Dinheiro na cueca, absolvição de parlamentar envolvido em corrupção pelo protecionismo na Câmara dos Deputados, os serviços públicos dignos de concorrência com os transportes da era Medieval, não deixaram que o povo não manipulado ficasse calado.

Sim, as propagandas eleitorais, de defesa ao Governo não foram suficientes para hipnotizar o povo e pensar que tudo estava “lá beleza”. Os devotos da Santa devem pedir que os políticos tomem vergonha e assumem seus preceitos constitucionais de servir ao povo (artigo 1°, parágrafo único, da Constituição Federal de 1988.

Os maiores endividados são os políticos que gozam do povo e vivem como se estivessem no Palácio de Versalhes.

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Sobre o Autor:
Humanista que contribui para a efetiva aplicação do artigo 3°, da CF/1988; (objetivos fundamentais), do artigo 5°, da CF; (Direitos e Garantias Fundamentais da Pessoa Humana), do artigo 37 (princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência; principalmente sobre a moralidade administrativa) da Constituição Federal de 1988; e Tratados Internacionais sobre Direitos Humanos e Garantias Fundamentais da Pessoa Humana dos quais o Brasil é signatário. NÃO HÁ DIGNIDADE HUMANA NUMA NAÇÃO QUANDO A MAIORIA DO POVO NÃO TEM QUALIDADE DE VIDA SEJA POR: SALÁRIO MÍNIMO QUE NÃO ATENDE AS NECESSIDADES BÁSICAS (art. 7°, IV, da CF); ESCASSEZ OU AUSÊNCIA DE SEGURANÇA PÚBLICA (art. 144, da CF); SERVIÇOS PÚBLICOS INEFICIENTES (LEI Nº 8.987, DE 13 DE FEVEREIRO DE 1995); IMORALIDADE DOS AGENTES POLÍTICOS (LEI Nº 8.429, DE 2 DE JUNHO DE 1992); DOENÇAS PROVOCADAS POR PRECARIEDADE NA INFRAESTRUTURA DE SANEAMENTO BÁSICO (LEI Nº 11.445, DE 5 DE JANEIRO DE 2007); OMISSÃO, NEGLIGÊNCIA DAS AUTORIDADES PÚBLICAS QUANTO AO USO INDISCRIMINADO DE AGROTÓXICOS NA ALIMENTAÇÃO HUMANA (LEI Nº 7.802, DE 11 DE JULHO DE 1989); VOTAÇÃO SECRETA DE PARLAMENTARES PARA ABSOLVER AGENTE POLÍTICO CORRUPTO..