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quarta-feira, 27 de novembro de 2013

O crime de colarinho branco compensa no Brasil

Brasil Progresso – José Dirceu, um dos mensaleiros, não dá qualquer dúvida de que o crime de colarinho branco ainda é muito, mas muito promissor no Brasil. Desde a descoberta  da falcatrua até os julgamentos no Supremo Tribunal Federal (STF) e, agora, quanto ao salário de R$ 20.000,00 (cinte mil reais).

Geralmente,  gerente de hotel ganha salário entre R$ 2.300,00 a R$ 6.500,00. A gerente geral do hotel Valéria Linhares foi contratada em agosto de 2012 com salário de R$ 1.800. Infelizmente ela não teve a mesma “sorte” de José Dirceu.

O que deve mudar no Brasil?

A Justiça deveria dar as opções de empregos aos presidiários, aos condenados, de quaisquer regimes:

  • Lavanderia;
  • Auxiliar de limpeza gerais;
  • Passador de roupas;
  • Lavador de roupas;
  • Setor de marcenaria;
  • Pedreiro;
  • Pintor;
  • Setor de almoxarifado;
  • E outros tantos que devem ressarcir à nação.

No próprio presídio há muito, mas muito trabalho. Diminuir pena porque o presidiário trabalha, não é um luxo, mas um obrigação perante à nação, que paga muito caro pela permanência de cada detento. Presidiário come, dorme, tem televisão, banho de sol e muita mordomia à custa do dinheiro de cada trabalhador honesto.

O fato de estar preso, no Brasil, não ressocializa o presidiário, que come, dorme, ler, assiste TV, numa ociosidade que o faz planejar atentados terroristas contra o Estado e nação. O valor da vida tem que ser sentida na pele do presidiário, ou seja, trabalhar.

O presidiário deve pagar pelo que come, bebe, no descanso do corpo sobre o colchão, os produtos de higiene que usa, pelos estragos que fazem em rebeliões. Na ociosidade nada se aprende.

A excrecência dos Direitos Humanos aos presidiários brasileiros serve como meio de negociatas entre políticos e narcotraficantes, e até entre os próprios colarinhos branco. Não há ressocialização se há bonachões que favorecem demasiadamente os presidiários na ociosidade. Trabalho não faz mal a ninguém, ocupa a mente, faz o presidiário dar valor ao suor alheio – temos que ver que muitos dos criminoso nas penitenciárias brasileiras, atualmente, são formados por pessoas que querem ganhar dinheiro sem trabalhar, ou como dizem “sem suar a camisa”.

O Estado atual, graças a Constituição Federal de 1988, dá muito assistencialismo, de forma que os excluídos de ontem, os negros, os não elitizados brancos, possam ser empreendedores. Sim, um avanço no Brasil. Contudo temos que ver que atualmente ainda se usa a desculpa de ser corrupto com dizeres de que o Estado na da faz. Mentira. Poder-se-ia afirma se fosse há sessenta anos. Atualmente só não é honesto quem não quer. A cultura do jeitinho até era admissível quando o Estado era déspota, totalitário, ditador, onde os negros, os brancos não elitizados não tinham os Direitos Humanos, que datam da Revolução Francesa, em suas vidas. Da mesma forma tais Estados proporcionavam os crimes diversos por pessoas de altos escalões nem cada governo. Era o poder nas mãos de poucos com intenções maquiavélicas.

No Estado atual, que é democrático, com os avanços nas áreas sociais, mesmo que poucas, a conduta de corrupção, bandidagem, mesmos de pessoas carentes, não se pode mais justificar pelo dizer que o Estado é omisso. Da mesma forma, muito mais grave são os crimes de colarinhos brancos, que usam os poderes do estado para lesarem à nação.

Cada crime é um crime, mas os crimes no Brasil do século XXI são sofisticados e se encobrem de desculpas de séculos passados. Os \defensores dos direitos humanos no Brasil, em muito defendem seus interesses pessoais. Os corruptos de colarinho branco sabem que o sistema prisional deve ser mantido em situação degradante de forma que possam, através de seus advogados, que também são corruptos, uma vez que não defendem à nação, mas aos interesses dos honorários ganhos, não ingressarem em presídios desumanos.

O sistema prisional brasileiro também sofre com as ações maquiavélicas de administradores públicos, e toda sortílega de pessoas que sabem que caos é ganho, de muito dinheiro eternas tramoias. o valor da vida só será alcançada quando os detentos trabalharem, os criminosos de colarinhos brancos a trabalharem e ganharem um salário mínimo conforme o piso salarial, se aposentarem pelo INSS, não terem suas remunerações e vantagens que antes tinham como agentes públicos.

Na dor, que é sentida por milhões de brasileiros assalariados (um salário mínimo), os políticos corruptos – os que foram condenados – sentiram a tormentosa situação degradante que criaram para a nação brasileira.

P.S: as manifestações diminuíram de intensidade, o voto secreto, que serviria para todas as situações na Administração Pública, agora será só para alguns casos. A vigilância se faz necessária, sempre, principalmente quanto aos mensaleiros, pois da vigilância da nação, a corrupção, as maracutaias dos mensaleiros, acobertados pelos advogados, que pensam em seus honorários, e não na nação, não haverá paz para à nação.

Joaquim Barbosa exigiu cinco médicos, pois sabe da realidade vergonhosa de nosso país: absolutistas e déspotas disfarçados de democráticos e republicanos.

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Sobre o Autor:
Humanista que contribui para a efetiva aplicação do artigo 3°, da CF/1988; (objetivos fundamentais), do artigo 5°, da CF; (Direitos e Garantias Fundamentais da Pessoa Humana), do artigo 37 (princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência; principalmente sobre a moralidade administrativa) da Constituição Federal de 1988; e Tratados Internacionais sobre Direitos Humanos e Garantias Fundamentais da Pessoa Humana dos quais o Brasil é signatário. NÃO HÁ DIGNIDADE HUMANA NUMA NAÇÃO QUANDO A MAIORIA DO POVO NÃO TEM QUALIDADE DE VIDA SEJA POR: SALÁRIO MÍNIMO QUE NÃO ATENDE AS NECESSIDADES BÁSICAS (art. 7°, IV, da CF); ESCASSEZ OU AUSÊNCIA DE SEGURANÇA PÚBLICA (art. 144, da CF); SERVIÇOS PÚBLICOS INEFICIENTES (LEI Nº 8.987, DE 13 DE FEVEREIRO DE 1995); IMORALIDADE DOS AGENTES POLÍTICOS (LEI Nº 8.429, DE 2 DE JUNHO DE 1992); DOENÇAS PROVOCADAS POR PRECARIEDADE NA INFRAESTRUTURA DE SANEAMENTO BÁSICO (LEI Nº 11.445, DE 5 DE JANEIRO DE 2007); OMISSÃO, NEGLIGÊNCIA DAS AUTORIDADES PÚBLICAS QUANTO AO USO INDISCRIMINADO DE AGROTÓXICOS NA ALIMENTAÇÃO HUMANA (LEI Nº 7.802, DE 11 DE JULHO DE 1989); VOTAÇÃO SECRETA DE PARLAMENTARES PARA ABSOLVER AGENTE POLÍTICO CORRUPTO..