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sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Político chinês é condenado à morte por corrupção, diz Xinhua

PEQUIM, 23 Jan (Reuters) - Um funcionário municipal chinês foi condenado à morte, com um adiamento de dois anos, por aceitar mais de 1 milhão de dólares em suborno, informou a agência oficial de notícias Xinhua nesta quinta-feira, destacando os esforços do governo para reprimir a corrupção.

Zhou Jianhua presidiu o Comitê Permanente da Assembleia Popular da cidade de Xinyu, na província de Jiangxi, sul da China, de acordo com o Tribunal Superior Popular de Jiangxi, segundo u a Xinhua.

A agência disse que Zhou aceitou 10,2 milhões de iuanes (1,6 milhão de dólares), dezenas de milhares de dólares norte-americanos e de Hong Kong, bem como três barras de ouro e objetos avaliados em 236 mil iuanes (38.991 mil dólares). No momento, um tribunal de instância superior reexamina o caso, acrescentou a Xinhua.

O presidente chinês, Xi Jinping, fez da luta contra a corrupção uma prioridade desde que tomou posse em março passado, e alertou, como outros antes dele, que a corrupção ameaça a própria sobrevivência do Partido Comunista Chinês.

Mas a repressão do governo aos ativistas que pedem a autoridades que divulguem suas riquezas expõe a ambivalência de Pequim em acabar com a corrupção.

A China conduz há dez meses uma campanha contra o "Movimento Novos Cidadãos", que defende uma mudança no sistema de dentro para fora, inclusive pressionando autoridades a divulgarem seus ativos. Seu principal líder, Xu Zhiyong, foi julgado nesta semana, no mais importante julgamento de um dissidente nos últimos dois anos.

(Reportagem de Megha Rajagopalan)


Brasil Progresso – Por que, em vez de matar, não divulgaram as riquezas de todos? A transparência na China é igual a uma vidro empoeirado. No Brasil, a transparência (princípio da publicidade) é norteadora dos atos da Administração Pública (artigo 37°), contudo, tal transparência é como vidro semissujo.

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Sobre o Autor:
Humanista que contribui para a efetiva aplicação do artigo 3°, da CF/1988; (objetivos fundamentais), do artigo 5°, da CF; (Direitos e Garantias Fundamentais da Pessoa Humana), do artigo 37 (princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência; principalmente sobre a moralidade administrativa) da Constituição Federal de 1988; e Tratados Internacionais sobre Direitos Humanos e Garantias Fundamentais da Pessoa Humana dos quais o Brasil é signatário. NÃO HÁ DIGNIDADE HUMANA NUMA NAÇÃO QUANDO A MAIORIA DO POVO NÃO TEM QUALIDADE DE VIDA SEJA POR: SALÁRIO MÍNIMO QUE NÃO ATENDE AS NECESSIDADES BÁSICAS (art. 7°, IV, da CF); ESCASSEZ OU AUSÊNCIA DE SEGURANÇA PÚBLICA (art. 144, da CF); SERVIÇOS PÚBLICOS INEFICIENTES (LEI Nº 8.987, DE 13 DE FEVEREIRO DE 1995); IMORALIDADE DOS AGENTES POLÍTICOS (LEI Nº 8.429, DE 2 DE JUNHO DE 1992); DOENÇAS PROVOCADAS POR PRECARIEDADE NA INFRAESTRUTURA DE SANEAMENTO BÁSICO (LEI Nº 11.445, DE 5 DE JANEIRO DE 2007); OMISSÃO, NEGLIGÊNCIA DAS AUTORIDADES PÚBLICAS QUANTO AO USO INDISCRIMINADO DE AGROTÓXICOS NA ALIMENTAÇÃO HUMANA (LEI Nº 7.802, DE 11 DE JULHO DE 1989); VOTAÇÃO SECRETA DE PARLAMENTARES PARA ABSOLVER AGENTE POLÍTICO CORRUPTO..