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segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

O país das imoralidades. Aposentadoria de José Genoino (PT-SP) versus aposentadoria de João da árvore

selo imoralBrasil Progresso – Nem tudo que é legal é moral. Assim a frase se mostra cristalina diante das realidades do Brasil. Que todos tenha seus direitos, principalmente a uma aposentadoria na velhice que atenda as necessidades básicas, sem maiores esforços. Contudo, no país absolutista o que se vê é a discrepância de “direito”. De uma lado, os soberanos do “poder” cujas aposentadorias são surrais ao milhões de aposentados do INSS. De outro, os verdadeiros soberanos (artigo 1°, parágrafo único da CF/1988) que nada de real há para o poder do povo. Esses alimentam a máquina perversa do Estado nos três Poderes (Federal, Estatual e Municipal). Sim, o feudalismo ainda existe, e muito presente.

 

Milhões de trabalhadores brasileiros, os que não são agentes públicos políticos, não possuem gratificações, ajudas (combustível, paletó, motorista etc.), mas aos “soberanos” com discursos inflamados por vaidades, a estes todos os benefícios que o país possa dar. Aposentadorias, subsídios (salários) que relembram a França feudal do século XVI, onde “o rei sou eu” é tão presente, vergonho e vilipendioso que, talvez, faça os aposentados do INSS ignorarem que suas vidas são grosseiramente desprezados pelos que prometeram zelar pela vontade, segurança, dignidade do povo. Mesmo que falem sobre o teto máximo do INSS, a verdade é que a maioria dos aposentados do INSS só recebem um salário mínimo e meio.

É um acinte à CF/1988, ao povo, quando se há aposentadorias que saltam aos olhos de qualquer pessoa sensata, humanitária. Desta maneira, não é à toa que o Brasil figura como um país cuja democracia é semi, isto é, semidemocracia, pois, do contrário, o povo ganharia aposentadoria de R$ 20.000,00 enquanto os parlamentares ganhariam R$ 3.000,00. Talvez não seja intenção proposital dar uma vergonhosa aposentadoria aos trabalhadores não servidores públicos, mas a frase “mata-se um aposentado não servidor público” soa veridicamente diante da miserável qualidade de vidas dos idosos não servidores públicos.

E quem é João da árvore? Um nome fictício, mas que de real tem muito: aposentados do INSS.

PS: talvez há neonazistas com suas teorias de eugenia a eliminar a sub-raça (aposentados do INSS).

Reformas políticas já! Modelo parlamentar sueco para todos os servidores públicos brasileiros.

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Sobre o Autor:
Humanista que contribui para a efetiva aplicação do artigo 3°, da CF/1988; (objetivos fundamentais), do artigo 5°, da CF; (Direitos e Garantias Fundamentais da Pessoa Humana), do artigo 37 (princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência; principalmente sobre a moralidade administrativa) da Constituição Federal de 1988; e Tratados Internacionais sobre Direitos Humanos e Garantias Fundamentais da Pessoa Humana dos quais o Brasil é signatário. NÃO HÁ DIGNIDADE HUMANA NUMA NAÇÃO QUANDO A MAIORIA DO POVO NÃO TEM QUALIDADE DE VIDA SEJA POR: SALÁRIO MÍNIMO QUE NÃO ATENDE AS NECESSIDADES BÁSICAS (art. 7°, IV, da CF); ESCASSEZ OU AUSÊNCIA DE SEGURANÇA PÚBLICA (art. 144, da CF); SERVIÇOS PÚBLICOS INEFICIENTES (LEI Nº 8.987, DE 13 DE FEVEREIRO DE 1995); IMORALIDADE DOS AGENTES POLÍTICOS (LEI Nº 8.429, DE 2 DE JUNHO DE 1992); DOENÇAS PROVOCADAS POR PRECARIEDADE NA INFRAESTRUTURA DE SANEAMENTO BÁSICO (LEI Nº 11.445, DE 5 DE JANEIRO DE 2007); OMISSÃO, NEGLIGÊNCIA DAS AUTORIDADES PÚBLICAS QUANTO AO USO INDISCRIMINADO DE AGROTÓXICOS NA ALIMENTAÇÃO HUMANA (LEI Nº 7.802, DE 11 DE JULHO DE 1989); VOTAÇÃO SECRETA DE PARLAMENTARES PARA ABSOLVER AGENTE POLÍTICO CORRUPTO..