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quinta-feira, 20 de março de 2014

Desculpem os demagogos, mas o Estado tem que estar presente nos morros do RJ. E onde for necessário.

Brasil Progresso – As Unidade Policiais Pacificadoras (UPPs) são importantes para a presença do Estado nos morros do Rio de Janeiro para que o próprio Estado possa prestar garantis os direitos sociais aos moradores locais.

Muitos demagogos, e até os que já foram governadores do Rio de Janeiro, tentam denegrir, apontar falhas nas políticas de segurança pública do atual governo estadual. Com demagogias dizem que não deveria ter a prévia informação de atuação das polícias e das forças armadas nos morros. Ora, os demagogos, que não foram capazes de conter o avanço dos narcotraficantes, agora surgem como mortos-vivos a atormentar com pseudoconhecimentos de gestão pública.

Mesmo que o nome seja trocado, não ser mais UPP, o novo administrador público deve continuar e dar suporte as comunidades que se livraram do poder paralelo dos narcotraficantes. Recuar, ou seja, retirar policiamentos, dos locais já apresentando a presença do Estado será retrocesso e visão, aos narcotraficantes, de que eles são poderosos. Aos cidadãos moradores das comunidades já pacificadas, a retirada dos policiais representará nada mais que politicagem deixando a certeza que suas vidas não passam de peças de negociatas desumanas.

Por muitas décadas, os morros cariocas foram esquecidos pelo Estado (administração pública estadual) deixando os moradores de tais localidades à mercê do poder cruel de facções criminosas. O artigo 3°, da CF/1988, não pode ser negligenciado, delegado a um futuro longínquo sob condição de criar, cada vez mais, distanciamentos nas relações humanas à universalidade de direitos.

Por mais que se tenha noticiários de violências policiais - e onde não tem em todo o Brasil? – a justificativa de retirada dos policiais, dos morros cariocas, soa como intenções nada morais, mas interesseiras, que só o capeta sabe. Em épocas de eleições se faz necessário percorrer à memória pessoa, ou consultar sites, blogues, que mantêm históricos de políticos ímprobos. Do conhecimento há de o leitor saber peneirar o ouro, o probo político, do ouro dos tolos, o ímprobo político, mesmo que já tenha cumprido pena.

Crime cometido por servidor público político lesa mais que ações bélicas, pois, neste caso, as pessoas veem os corpos dilacerados nas ruas, já a canetada, as negociatas que desviam dinheiro público – o dinheiro do povo arrecada através de impostos – matam mais, e de forma silencioso, pois a mídia não consegue cobrir todos os eventos danosas provocados por ações de improbidades administrativas. E mesmo que descobertas, o dinheiro desviado, ou arrecadado através de serviços e obras superfaturadas, não será suficiente, para reparar os estragos.

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Sobre o Autor:
Humanista que contribui para a efetiva aplicação do artigo 3°, da CF/1988; (objetivos fundamentais), do artigo 5°, da CF; (Direitos e Garantias Fundamentais da Pessoa Humana), do artigo 37 (princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência; principalmente sobre a moralidade administrativa) da Constituição Federal de 1988; e Tratados Internacionais sobre Direitos Humanos e Garantias Fundamentais da Pessoa Humana dos quais o Brasil é signatário. NÃO HÁ DIGNIDADE HUMANA NUMA NAÇÃO QUANDO A MAIORIA DO POVO NÃO TEM QUALIDADE DE VIDA SEJA POR: SALÁRIO MÍNIMO QUE NÃO ATENDE AS NECESSIDADES BÁSICAS (art. 7°, IV, da CF); ESCASSEZ OU AUSÊNCIA DE SEGURANÇA PÚBLICA (art. 144, da CF); SERVIÇOS PÚBLICOS INEFICIENTES (LEI Nº 8.987, DE 13 DE FEVEREIRO DE 1995); IMORALIDADE DOS AGENTES POLÍTICOS (LEI Nº 8.429, DE 2 DE JUNHO DE 1992); DOENÇAS PROVOCADAS POR PRECARIEDADE NA INFRAESTRUTURA DE SANEAMENTO BÁSICO (LEI Nº 11.445, DE 5 DE JANEIRO DE 2007); OMISSÃO, NEGLIGÊNCIA DAS AUTORIDADES PÚBLICAS QUANTO AO USO INDISCRIMINADO DE AGROTÓXICOS NA ALIMENTAÇÃO HUMANA (LEI Nº 7.802, DE 11 DE JULHO DE 1989); VOTAÇÃO SECRETA DE PARLAMENTARES PARA ABSOLVER AGENTE POLÍTICO CORRUPTO..