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quinta-feira, 8 de maio de 2014

Eleições 2014. Saiba pesquisar a vida pregressa de seu candidato, antes de votar

Brasil Progresso – Em épocas de eleições, se faz necessário ter consciência e saber votar corretamente. Qualquer brasileiro deve saber sobre a vida pregressa de cada candidato que deseja ocupar cargo público político, pois são quatro anos em que cada eleitor terá que suportar as possíveis dores de cabeça quando o político pensar mais no seu bem-estar (improbidade administrativa) do que nos eleitores. Se bem que, o poder emana do povo e, sobre está máxima Constitucional, manifestações são possíveis, mesmo antes do término do mandato do político (artigo 1°, parágrafo único, da CF/1988).

E os candidatos que já foram enquadrados na lei Ficha limpa? Votar em quem já foi enquadrado nessa lei é perpetuar o sofrimento de todos. Como Brasil Progresso já vem há muito tempo alertando em seus artigos, o candidato acusado e sentenciado por cometimento de improbidade administrativa, não deve, jamais, retornar a qualquer cargo público efetivo ou provisório, comissionado ou não, ou seja, jamais ingressar, ter qualquer vínculo, direto ou indireto, provisório ou não, com os Poderes Públicos.

Quando se comete improbidade administrativa há enfraquecimento da própria constituição:

“Art. 3º Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil:

I - construir uma sociedade livre, justa e solidária;

II - garantir o desenvolvimento nacional;

III - erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais;

IV - promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação”.

 

Analisando os incisos:

I - construir uma sociedade livre, justa e solidária – Como se pode ter uma sociedade solidária se a luta pela sobrevivência é verdadeira arena digna dos tempos dos gladiadores? Quando a vida humana é indigna por ocasião de atos de improbidades administrativas, seja qual for o ato, a saúde, a segurança pública, a educação, os investimentos em saneamento básico, enfim, tudo que se relaciona ao artigo 6° da Constituição, por exemplo, não é materializado, eficientemente, na vida do povo. Dizer que não afeta é dizer que o céu é vermelho, pois, por exemplo, as vias públicas afetam quaisquer cidadãos sejam de pobres ou ricos;

II - garantir o desenvolvimento nacional – Com o ato de improbidade administrativa, grandes obras emergenciais, para a melhoria das condições de vida de milhões de brasileiros, não são aplicadas satisfatoriamente e em pouco hábil. Dinheiro desviado dos cofres públicos, por exemplo, garante o retardamento ao desenvolvimento nacional, afeta a economia, que por sua vez, causa diminuição na oferta de trabalho. O Brasil é um dos países com as maiores contribuições de tributos pelos cidadãos, mas o retorno, em serviços públicos diversos, não satisfazem e não alcançam o quanto o Estado arrecadou de tributos. Não se pode esquecer que o Estado brasileiro, apesar de ser democrático, se comporta como Estado absolutista, pois os salários dos agentes públicos superam o salário mínimo. Na Suécia, por exemplo, servidores públicos não possuem mordomias como os servidores políticos, pois a ideia é que o povo vem em primeiro lugar, e o Estado não é um rei a engordar através do suor do povo. em poucas palavras, cargos públicos não são cabides de emprego, mas setores a proporcionarem o desenvolvimento digno da nação.

III - erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais – No Brasil, pobreza e marginalização estão correlacionados, pois o Brasil, na Constituição de 1934, por exemplo, institucionalizou a educação e a política de desenvolvimento baseadas na eugenia. Os problemas da pobreza e  da marginalização se devem a conceitos discriminatórios onde cerceou o desenvolvimento socioeconômico dos negros e nordestinos. Assim, também se comprometeu o desenvolvimento de certas regiões no Brasil, de forma que, SP, RJ e MG foram as regiões que mais prosperaram; e

IV - promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação – Como conseguir isso se a educação no país vai muito mal? Não tem como. A educação no Brasil é caso de órgãos internacionais de direitos humanos a priorizar a educação como forma de concretizar os direitos humanos em sua plenitude. Pelos nossos governantes, nada mudará.

Como saber da vida do político que deseja eleger?

Vamos por partes:

  1. Acesse http://www.excelencias.org.br/:

 

image

 

2. Clique sobre “Raios-x”:

Imagem 1

3. Digite o nome de seu candidato:

Imagem 2

4. Duas maneiras de se consultar:

Na figura abaixo há duas setas, uma vermelha e outra azul. Na seta vermelha você pode digitar o nome do candidato, ou político. Na seta azul você pode clicar na região (estado-membro da Federação) de sua preferência.

Imagem 3

5. Como exemplo foi clicado sobre RJ (seta azul). Há expansão e vários nomes de políticos, o escolhido foi Garotinho:

Imagem 4

6. Ao clicar surgirão informações sobre o político:

Imagem 5

Na imagem acima, acesse Ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas. Pronto, você ficará informado sobre a vida do político. Agora é saber se seu candidato merece o seu voto, ou melhor, se durante os quatro anos de mandato você suportará tanta aflição em suas costas com serviços públicos minguados e outras dores de cabeça, afinal, quem paga o salário de cada político são os brasileiros, não políticos.

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Sobre o Autor:
Humanista que contribui para a efetiva aplicação do artigo 3°, da CF/1988; (objetivos fundamentais), do artigo 5°, da CF; (Direitos e Garantias Fundamentais da Pessoa Humana), do artigo 37 (princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência; principalmente sobre a moralidade administrativa) da Constituição Federal de 1988; e Tratados Internacionais sobre Direitos Humanos e Garantias Fundamentais da Pessoa Humana dos quais o Brasil é signatário. NÃO HÁ DIGNIDADE HUMANA NUMA NAÇÃO QUANDO A MAIORIA DO POVO NÃO TEM QUALIDADE DE VIDA SEJA POR: SALÁRIO MÍNIMO QUE NÃO ATENDE AS NECESSIDADES BÁSICAS (art. 7°, IV, da CF); ESCASSEZ OU AUSÊNCIA DE SEGURANÇA PÚBLICA (art. 144, da CF); SERVIÇOS PÚBLICOS INEFICIENTES (LEI Nº 8.987, DE 13 DE FEVEREIRO DE 1995); IMORALIDADE DOS AGENTES POLÍTICOS (LEI Nº 8.429, DE 2 DE JUNHO DE 1992); DOENÇAS PROVOCADAS POR PRECARIEDADE NA INFRAESTRUTURA DE SANEAMENTO BÁSICO (LEI Nº 11.445, DE 5 DE JANEIRO DE 2007); OMISSÃO, NEGLIGÊNCIA DAS AUTORIDADES PÚBLICAS QUANTO AO USO INDISCRIMINADO DE AGROTÓXICOS NA ALIMENTAÇÃO HUMANA (LEI Nº 7.802, DE 11 DE JULHO DE 1989); VOTAÇÃO SECRETA DE PARLAMENTARES PARA ABSOLVER AGENTE POLÍTICO CORRUPTO..