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domingo, 29 de junho de 2014

Crianças e adolescentes recebem cartilha sobre diversidade sexual

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Na tentativa de combater o preconceito, uma escola no município de Saitama, região metropolitana de Tóquio, distribui o material a seus alunos há cerca de um mês

Por Redação

Há cerca de um mês, uma escola pública do município de Saitama, região metropolitana de Tóquio, no Japão, tem distribuído a seus alunos a cartilha “De quem você vai gostar”. O material representa uma tentativa de discutir a diversidade sexual com crianças e adolescentes.

Por meio de setas, são retratadas diversas formas de relacionamento entre os seres humanos. A iniciativa é importante em um país como o Japão, onde 69% dos homossexuais dizem ter sofrido algum tipo de discriminação, segundo pesquisa da Campanha do Laço Branco pelo Respeito à Vida.

A cartilha traz a ideia de que a escolha da orientação sexual tem de ser respeitada e não deve se submeter a valores sociais e culturais. Abaixo, um trecho do texto:

“Quando os jovens atingem a puberdade, muitas vezes eles gostam de outras pessoas, e isso é chamado de atração sexual. Dependendo de quem gosta uma pessoa, esta é a sua orientação sexual. A maioria é heterossexual, mas as pessoas que são homossexuais e bissexuais não formam um pequeno grupo. A orientação sexual é inata e não pode ser alterada por uma intervenção; por isso, não há necessidade de alterar suas preferências. Quando se trata de compreender a orientação sexual, deve-se levar tanto tempo quanto for necessário.”

Em cidade do Japão, crianças e adolescentes recebem cartilha sobre diversidade sexual | Portal Fórum


Brasil Progresso – A diversidade sexual sempre existiu no mundo. No Brasil, por exemplo, antropólogos descobriram a homossexualidade em tribos indígenas, e que não tinha qualquer perseguição.

Respeitar as diferenças é civilidade. A homoafetividade existe e não pode ser suplantada com pedras, discriminações. Toda criança nasce sem os conceitos culturais. É a cultura que moldará a personalidade da criança, isto é, perseguir ou não pessoas diferentes – tal conceito “diferente” enseja consideração, pois ser “diferente” também é uma invenção humana no tocante a chancelar quem é “igual” ou “diferente”.

Dizer que tal ensinamento irá tornar a criança homoafetiva é dizer que a educação tem poder imperioso de mudar comportamento. Os valores culturais influenciam, mas não determinam comportamentos, pois a história humana sempre demonstrou que há pessoas que se destacam [ousadas] das demais.

A vida humana muda conforme mentalidades que compõem a cultura. Por exemplo, o indivíduo que não sabia escrever com  mão direita tinha amarrado o braço esquerdo – quando canhoto - para aprender a escrever. Vê-se que, para a atualidade, tal atitude é desumana e inconcebível, mas na época era “normal”.

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Sobre o Autor:
Humanista que contribui para a efetiva aplicação do artigo 3°, da CF/1988; (objetivos fundamentais), do artigo 5°, da CF; (Direitos e Garantias Fundamentais da Pessoa Humana), do artigo 37 (princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência; principalmente sobre a moralidade administrativa) da Constituição Federal de 1988; e Tratados Internacionais sobre Direitos Humanos e Garantias Fundamentais da Pessoa Humana dos quais o Brasil é signatário. NÃO HÁ DIGNIDADE HUMANA NUMA NAÇÃO QUANDO A MAIORIA DO POVO NÃO TEM QUALIDADE DE VIDA SEJA POR: SALÁRIO MÍNIMO QUE NÃO ATENDE AS NECESSIDADES BÁSICAS (art. 7°, IV, da CF); ESCASSEZ OU AUSÊNCIA DE SEGURANÇA PÚBLICA (art. 144, da CF); SERVIÇOS PÚBLICOS INEFICIENTES (LEI Nº 8.987, DE 13 DE FEVEREIRO DE 1995); IMORALIDADE DOS AGENTES POLÍTICOS (LEI Nº 8.429, DE 2 DE JUNHO DE 1992); DOENÇAS PROVOCADAS POR PRECARIEDADE NA INFRAESTRUTURA DE SANEAMENTO BÁSICO (LEI Nº 11.445, DE 5 DE JANEIRO DE 2007); OMISSÃO, NEGLIGÊNCIA DAS AUTORIDADES PÚBLICAS QUANTO AO USO INDISCRIMINADO DE AGROTÓXICOS NA ALIMENTAÇÃO HUMANA (LEI Nº 7.802, DE 11 DE JULHO DE 1989); VOTAÇÃO SECRETA DE PARLAMENTARES PARA ABSOLVER AGENTE POLÍTICO CORRUPTO..