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sexta-feira, 20 de junho de 2014

Papa rejeita qualquer tipo de droga, mesmo legal

O Papa Francisco defendeu hoje que a sociedade deve "dizer não a qualquer tipo de droga", incluindo as suaves e de substituição, muitas vezes legais, já que "a droga não se vence com droga".

Ao receber os participantes da conferência internacional sobre controlo e proibição de drogas (International Drug Enforcement Conference), que terminou, na quinta-feira, em Roma, o papa criticou "as legalizações, mesmo parciais, de drogas (alegadamente) ligeiras, que não produzem os efeitos esperados, sem contar que são muito discutíveis no plano legislativo".

"Quero dizer com grande clareza: a droga não se vence com droga. A droga é um mal, e com o mal não pode haver concessões ou compromissos", advertiu Francisco.

Enquanto arcebispo de Buenos Aires, Jorge Mario Bergoglio esteve sempre muito atento às consequências do uso de estupefacientes pelos jovens.

"As drogas de substituição não são uma terapia eficaz, mas um meio velado de ceder ao fenômeno ", afirmou.

"Pensar que é possível reduzir os danos ao aceitar o recurso a medicamentos psicotrópicos (como tranquilizantes e antidepressivos) de consumidores não resolve o problema", disse o papa.

Papa rejeita qualquer tipo de droga, mesmo legal - Globo - DN

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Sobre o Autor:
Humanista que contribui para a efetiva aplicação do artigo 3°, da CF/1988; (objetivos fundamentais), do artigo 5°, da CF; (Direitos e Garantias Fundamentais da Pessoa Humana), do artigo 37 (princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência; principalmente sobre a moralidade administrativa) da Constituição Federal de 1988; e Tratados Internacionais sobre Direitos Humanos e Garantias Fundamentais da Pessoa Humana dos quais o Brasil é signatário. NÃO HÁ DIGNIDADE HUMANA NUMA NAÇÃO QUANDO A MAIORIA DO POVO NÃO TEM QUALIDADE DE VIDA SEJA POR: SALÁRIO MÍNIMO QUE NÃO ATENDE AS NECESSIDADES BÁSICAS (art. 7°, IV, da CF); ESCASSEZ OU AUSÊNCIA DE SEGURANÇA PÚBLICA (art. 144, da CF); SERVIÇOS PÚBLICOS INEFICIENTES (LEI Nº 8.987, DE 13 DE FEVEREIRO DE 1995); IMORALIDADE DOS AGENTES POLÍTICOS (LEI Nº 8.429, DE 2 DE JUNHO DE 1992); DOENÇAS PROVOCADAS POR PRECARIEDADE NA INFRAESTRUTURA DE SANEAMENTO BÁSICO (LEI Nº 11.445, DE 5 DE JANEIRO DE 2007); OMISSÃO, NEGLIGÊNCIA DAS AUTORIDADES PÚBLICAS QUANTO AO USO INDISCRIMINADO DE AGROTÓXICOS NA ALIMENTAÇÃO HUMANA (LEI Nº 7.802, DE 11 DE JULHO DE 1989); VOTAÇÃO SECRETA DE PARLAMENTARES PARA ABSOLVER AGENTE POLÍTICO CORRUPTO..