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domingo, 26 de outubro de 2014

Eleições 2014. A verdade sobre as manifestações

Brasil Progresso – Hoje é dia de eleições. O Brasil terá o seu, ou sua, presidente. De uma lado o PT, de outro o PSDB, e no meio o povo brasileiro.

As manifestações de 2013 deram a ideia de que o Brasil estava exausto do convívio com o PT, principalmente sobre o mensalão PT e, para muitos brasileiros, as esdrúxulas condenações aos mensaleiros do PT.

Apesar dos ataques ao PT, a atual presidenta da República, Dilma Rousseff, não foi destronada, isto é, está no segundo turno. E contradiz com as manifestações de junho de 2013. No último debate, transmitido pela Rede Globo, Aécio e Dilma se confrontaram. A novidade ficou com as perguntas dos eleitores indecisos.

Dois momentos me chamaram a atenção. Quando Aécio pediu a Dilma para explicar ao povo sobre os mensaleiros do PT, e quando Dilma respondeu à pergunta da economista, de 50 e poucos anos, sobre o desemprego para pessoas naquela faixa etária.

Dilma respondeu, e deixou Aécio desconcertado, com o mensalão Tucano. “Onde estão os condenados”, “E os ‘engavetamentos’”. Aécio não respondeu, mas manteve a sua postura de cobrar explicações sobre os mensaleiros e corrupções do PT.

Já a resposta de Dilma à economista foi hilária: “Pronatec”. Como assim? Uma economista, que tem o ensino superior, irá fazer curso técnico não superior? Deu a entender que é melhor não fazer curso superior, ou não ter mais vagas para os que detêm curso superior.

A verdade

Qual será a verdade, senão o resultado de hoje nas urnas eletrônicas: [continuação] PT ou [mudança] PSDB. Se Dilma ganhar, as manifestações de junho de 2013 soarão como movimentos articulados [não do povo, mas de partidos políticos], para tirar o PT do Poder Executivo. Aécio ganhando, realmente as manifestações foram populares, e não de partidos políticos.

Seja como for, estas eleições servem para nós povo [proletariados] tirarmos valiosas lições:

  1. As propagandas políticas se tornaram, por aperfeiçoamento, ataques pessoais, em sua primordialidade. Os planos de Governo ficaram em segundo lugar. Tanto é verdade que neste último confronto os candidatos falaram mais sobre seus planos de governo;
  2. Os boatos do fim do Bolsa Família, caso Aécio vencer. Um absurdo, pois quando um direito humano é criado, ou aperfeiçoado, não pode jamais ser extinto. Podem criar outro programa, com outro nome, que beneficie mais eficazmente o povo miserável – apesar do Estado social que o Brasil vive, o Estado ainda não conseguiu diminuir o abissal quadro caótica das desigualdades sociais, o que é tarefa urgentíssima para o futuro presidente da República;
  3. O artigo 3º, da CF/1988. Os ataques entre os militantes do PT e do PSDB demonstram que o artigo mencionado está muito longe de se materializar nos âmagos brasileiros. A civilidade é uma atributo da tolerância, do respeito entre pessoas, mesmo que suas convicções sejam contrárias;
  4. As coligações partidárias são necessárias, pois assim é a política [brasileira]. Mas os resultados nestas eleições mostrarão o que o povo realmente pensa sobre essas coligações partidárias. Ou seja, coligações com os fichas sujas tem ou não vez;
  5. Mudanças. A única mudança que o Brasil terá é a mudança do retorno. O fator previdenciário, por décadas, dilapidou a saúde dos idosos brasileiros. Somente com estas eleições é que querem fazer algo pelos idosos. Soou como oportunismo eleitoral. Por que não fizeram isso antes?
  6. Mudanças 2. Os investimentos nas áreas sociais foram aplicados, mas não com a mesma velocidade que aconteceram com os aumentos salariais [subsídios] e criações de vantagens aos agentes públicos, principalmente os políticos;
  7. O salário mínimo brasileiro é uma violação aos direitos humanos dos proletariados. O artigo 7º, IV, da CF, não passa de norma decorativa no corpo da Constituição. A ênfase de Aécio sobre a redução de seu subsídio foi louvável, mas qual agente político quererá fazer isso a nível nacional? Pois os gastos com as remunerações dos servidores públicos oneram os proletariados.
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Sobre o Autor:
Humanista que contribui para a efetiva aplicação do artigo 3°, da CF/1988; (objetivos fundamentais), do artigo 5°, da CF; (Direitos e Garantias Fundamentais da Pessoa Humana), do artigo 37 (princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência; principalmente sobre a moralidade administrativa) da Constituição Federal de 1988; e Tratados Internacionais sobre Direitos Humanos e Garantias Fundamentais da Pessoa Humana dos quais o Brasil é signatário. NÃO HÁ DIGNIDADE HUMANA NUMA NAÇÃO QUANDO A MAIORIA DO POVO NÃO TEM QUALIDADE DE VIDA SEJA POR: SALÁRIO MÍNIMO QUE NÃO ATENDE AS NECESSIDADES BÁSICAS (art. 7°, IV, da CF); ESCASSEZ OU AUSÊNCIA DE SEGURANÇA PÚBLICA (art. 144, da CF); SERVIÇOS PÚBLICOS INEFICIENTES (LEI Nº 8.987, DE 13 DE FEVEREIRO DE 1995); IMORALIDADE DOS AGENTES POLÍTICOS (LEI Nº 8.429, DE 2 DE JUNHO DE 1992); DOENÇAS PROVOCADAS POR PRECARIEDADE NA INFRAESTRUTURA DE SANEAMENTO BÁSICO (LEI Nº 11.445, DE 5 DE JANEIRO DE 2007); OMISSÃO, NEGLIGÊNCIA DAS AUTORIDADES PÚBLICAS QUANTO AO USO INDISCRIMINADO DE AGROTÓXICOS NA ALIMENTAÇÃO HUMANA (LEI Nº 7.802, DE 11 DE JULHO DE 1989); VOTAÇÃO SECRETA DE PARLAMENTARES PARA ABSOLVER AGENTE POLÍTICO CORRUPTO..