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sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Petrobrás sendo processada nos EUA. Qual será a nova tática dos envolvidos numa das maiores corrupções da história brasileira?

Brasil Progresso – O jornal Estadão divulgou matéria sobre a situação da Petrobras nos EUA. A presidente da empresa, Graça Foster, e o diretor financeiro, Almir Barbassa, aparecem como réus. Além dessa ação, há mais três ações coletivas nos Estados Unidos.

Sabemos que no Brasil tudo é possível, pois os interesses não são para o povo, pelo povo; mas são para minorias nojentas, sádicas e gananciosas atrás do conforto à custa da imolação ao povo.

Felizmente, o povo norte-americano é povo esclarecido sobre seus direitos diversos, pois são educados para agir em defesa da democracia. No Brasil, as leis são mantidas pelo tradicional “jurisdiquês” de forma que as leis democráticas sejam indecifráveis ao detentor de poder: povo.

Até o meio acadêmico, no caso os advogados, são ensinados a falarem “jurisdiquês” em qualquer momento. Imagine advogado falando “jurisdiquês” com seu cliente. Há tradicionalismo brasileiro de falar “difícil” para se diferenciar da “plebe”.

Num país em que há dificuldade de comunicação, a começar pelo analfabetismo funcional, de milhões de brasileiros, de norte a sul, de leste a oeste, na mais “compreensível” o total desconhecimento das leis brasileiras pelos párias – uma parcela da sociedade brasileira quer manter grupos brasileiros como párias.

Ah! Mas a casa tá caindo, pois nos EUA não há isso, o povo foi educado, desde a colonização, e é educado. Furtar no Brasil é ser “esperto” – só faltam condecorações e clubezinho –, mas não nos EUA. “Mas lá tem corrupto também!”, algum brasileiro pode bradar, para defender um pouco da dignidade brasileira.

Sim, há corrupção, todavia, o agente público, ou empresário da iniciativa privada, nos EUA, pego em flagrante, ou sob suspeita, se arrepia, da cabeça aos pés. Alguns se suicidam durante a investigação policial. Aqui no Brasil, há panelinha para proteger corrupto, até são defendidos pela frase “Perseguição Política!”. Quando presos, não recebem condenações [prescrição]; quando condenados, não vão para o regime fechado, pois as prisões brasileiras são perigosas, não oferecem condições de higiene. Ora, então vamos soltar todos os presidiários porque não há a mínima condição de encarceramento. As prisões brasileiras são para os párias, os que não fazem parte de esquemas político-empresáriais. E não pense que o empresário estará protegido, quando a embarcação começa a naufragar, os primeiros a saírem são os ratos [políticos]. Sobra para o empresário, que acaba naufragando no regime fechado.

E o que dizer "Não vi!", "Não dei importância!", "Achei sem importância!", e outras frases esdrúxulas ditas, na maior cara de pau, pelos agentes públicos? Como algum presidente [da República, da administração direta ou indireta] de um país vai dizer que desconhecia, não leu o documento. Presidente de uma nação é para assinar às cegas? Se fosse um portador de deficiência visual, com certeza pediria documento em braile. Mas na terra tupiniquim, nada é visto, escutado.

Ah! Mas o carnaval está se aproximando. E serve como momento de descontração [ilusão] ao povo, de qualquer estratificação social. Como dizia meu avó “Cada povo tem o que merece!”.

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Sobre o Autor:
Humanista que contribui para a efetiva aplicação do artigo 3°, da CF/1988; (objetivos fundamentais), do artigo 5°, da CF; (Direitos e Garantias Fundamentais da Pessoa Humana), do artigo 37 (princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência; principalmente sobre a moralidade administrativa) da Constituição Federal de 1988; e Tratados Internacionais sobre Direitos Humanos e Garantias Fundamentais da Pessoa Humana dos quais o Brasil é signatário. NÃO HÁ DIGNIDADE HUMANA NUMA NAÇÃO QUANDO A MAIORIA DO POVO NÃO TEM QUALIDADE DE VIDA SEJA POR: SALÁRIO MÍNIMO QUE NÃO ATENDE AS NECESSIDADES BÁSICAS (art. 7°, IV, da CF); ESCASSEZ OU AUSÊNCIA DE SEGURANÇA PÚBLICA (art. 144, da CF); SERVIÇOS PÚBLICOS INEFICIENTES (LEI Nº 8.987, DE 13 DE FEVEREIRO DE 1995); IMORALIDADE DOS AGENTES POLÍTICOS (LEI Nº 8.429, DE 2 DE JUNHO DE 1992); DOENÇAS PROVOCADAS POR PRECARIEDADE NA INFRAESTRUTURA DE SANEAMENTO BÁSICO (LEI Nº 11.445, DE 5 DE JANEIRO DE 2007); OMISSÃO, NEGLIGÊNCIA DAS AUTORIDADES PÚBLICAS QUANTO AO USO INDISCRIMINADO DE AGROTÓXICOS NA ALIMENTAÇÃO HUMANA (LEI Nº 7.802, DE 11 DE JULHO DE 1989); VOTAÇÃO SECRETA DE PARLAMENTARES PARA ABSOLVER AGENTE POLÍTICO CORRUPTO..