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terça-feira, 17 de novembro de 2015

Conhecendo o Estado Califado

 

Conhecendo o Islmico Califado

A imagem acima é uma notificação em árabe, do Estado Califado à França, após os atos terroristas. Abaixo, a notificação em francês.

Conhecendo o Islmico Califado

A tradução, via Google tradutor:

"Nome de Allah, o Clemente, o Misericordiosíssimo.

Deus muito - alta disse: e eles pensaram que a verdade em sua fortalezas que defendê-los contra Deus. Mas Deus veio -los onde eles esperado ponto e lançaram o terror no seus corações. Eles quebraram suas casas própria mãos, tanto quanto nas mãos dos crentes. Aprenda uma lição, ó Vocês que são dotados de clarividência. Surate 59 verso 2

Em um ataque abençoado que Deus tem facilitado as causas, um Grupo de crentes dos soldados do califado, quAllah dá poder e vitória, levou para atingir o capital de abominações e perversão, que carrega a bandeira da a Cruz na Europa, Paris.

Um grupo ter divorciado mundanos avançado para sua inimigo, buscando a morte no caminho de Deus, resgatando sua religião, seu profeta e os seus aliados e humilhante sua inimigos. Eles eram verdadeiros com Deus, podemos considerá-lo como tal. Deus tem conquistado pela sua mão e descarte o medo no coração dos cruzados em sua própria terra.

Oito irmãos usando cintos de explosivos e fuzis de assalto tomaram-se para alvos de sites selecionados".

Infelizmente, grupos radicais distorcem os fundamentos da religião seja ela qual for. A palavra jihadi soa para alguns ocidentais como Guerra Santa. Mas não é. Há potra definição, conforme O Conselho Supremo islâmico da América:

"O QUE É O JIHAD

A palavra árabe 'jihad' é muitas vezes traduzido como"guerra santa", mas em um sentido puramente lingüístico, a palavra"jihad"significa lutar ou se esforçando.

A palavra árabe para a guerra é: 'al-Harb'.

Em um sentido religioso, como descrito pelo Alcorão e os ensinamentos do Profeta Muhammad (s), 'jihad' tem muitos significados. Pode se referir a interna, bem como esforços externos para ser um bom muçulmanos ou crente, bem como de trabalho para informar as pessoas sobre a fé do Islã.

Se jihad militar é necessária para proteger a fé contra os outros, pode ser realizada utilizando qualquer coisa de meios políticos legais, diplomáticas e económicas para. Se não houver alternativa pacífica, o Islã também permite o uso da força, mas há regras estritas de engajamento. Inocentes - tais como mulheres, crianças ou inválidos - não deve nunca ser prejudicado, e quaisquer propostas pacíficas do inimigo deve ser aceito.

A ação militar é, portanto, apenas um meio de jihad, e é muito raro. Para destacar esse ponto, o profeta Maomé disse a seus seguidores que retornam de uma campanha militar:

'Este dia voltamos a partir do menor jihad para a maior jihad', que, segundo ele, significava que retorna da batalha armada para a batalha pacífica para o auto-controle e melhoramento.

Em parecer necessária uma ação militar caso, nem todos podem declarar jihad. A campanha militar religiosa tem de ser declarada por uma autoridade adequada, aconselhado por especialistas, que dizem que a religião e as pessoas estão sob ameaça e violência é imperativo para defendê-los. O conceito de 'guerra justa' é muito importante.

O conceito de jihad foi sequestrado por vários grupos políticos e religiosos ao longo dos tempos, em uma tentativa para justificar diversas formas de violência. Na maioria dos casos, grupos dissidentes islâmicos invocado jihad para lutar contra a ordem islâmica estabelecida. Estudiosos dizem que este desvio de jihad contradiz o Islã.

Exemplos de jihad militar sancionado incluem batalhas defensivas contra os cruzados dos muçulmanos nos tempos medievais, e antes que algumas respostas por muçulmanos contra ataques bizantinos e persas durante o período das conquistas islâmicas.

O QUE NÃO É JIHAD

Jihad não é um conceito violenta.

Jihad não é uma declaração de guerra contra outras religiões. Vale a pena notar que o Alcorão se refere especificamente a judeus e cristãos como 'povos do livro' que devem ser protegidos e respeitados. Todas as três religiões adoram o mesmo Deus. Allah é apenas a palavra árabe para Deus, e é usado por cristãos árabes e muçulmanos.

A ação militar em nome do Islã não tem sido comum na história do Islã. Estudiosos diz a maioria das chamadas para a jihad violenta não são sancionadas pelo Islã.

Guerra em nome de Deus não é exclusivo para o Islã. Outras religiões de todo o mundo têm travado guerras com justificativas religiosas".

A internet tem sido um dos principais meios de divulgação das filosofias dos radicais, e também meio persuasivo para angariar voluntários na defesa das causas "sagradas". Num dos sites defendendo o Estado Islâmico, a profetização de que os atos terroristas são justificáveis — teoria da dissonância — é chocante. Fotos mostrando "vitórias", execuções; assuntos contradizendo a "propaganda mentirosa do ocidente" ao enfraquecimento do Estado Islâmico.

"Espalhar o terror nas fileiras de seus inimigos durante as filmagens e a divulgação de publicações em sites de redes sociais".

As "vitórias" — não podemos admitir que as atrocidades cometidas sejam consideradas vitórias — são explicitamente divulgadas na plataforma WordPress. O site também faz pilhéria sobre Obama sobre a "retirada tática" das tropas norte-americanas do Iraque. A mídia ocidental é considerada pervertida, mentirosa sobre os avanços dos radicais. Também há imagens associadas aos textos, como no caso de que "analistas acusam o governo de Barack Obama de esconder vitórias do Estado Islâmico e falsificação de relatórios de inteligência dos EUA". Vídeos, de reportagens no ocidente, são amarzenados no Google drive, como forma de mostrar o poder dos radicais:

"Charles Krauthammer - a coalizão perde e destruir ganhar uma estratégica em vez de uma derrota tática como reivindicações de Obama".

"Ralph Peters - é claro que estamos perdendo a guerra eo estado de sucessão será uma realidade no terreno por um longo período de tempo".

"Michael Morrell - - ​​Acredito que a nossa guerra com o Estado islâmico vai estender para as gerações dos nossos filhos e netos".

"Analista de segurança - Pierre Robert - - Estado islâmico continua e continuará a ficar".

No mesmo site, faz-se relato de que "Não há dúvida nisso, e ficou claro que a coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos perderam para controlar muitos países".

Fato

O Estado Islâmico tem força, tanto que já demonstrou na França. A preocupação dos países europeus não é devaneio, mas realidade. Os Direitos Humanos na França terá que ser revisado em relação às liberdades individuais, a não intromissão, demasiada, do Estado na vida dos cidadãos franceses. Outra preocupação é quanto a xenofobia que se forma na França, e possivelmente se estenderá, com força, para outros países europeus.

Como a Europa enfrentará a nova realidade que formou-se, pelas ações terroristas, não será tarefa fácil, por muitas décadas. E muito menos para os EUA, que já sofrera um dos maiores atentados que o país teve, as explosões das Torres. O Brasil também não está livre. Com a vitória dos Aliados, na Segunda Guerra Mundial, nazistas se refugiaram no solo pátrio.

Diferenciar terrorista de refugiado é extremamente difícil, já que ninguém traz placa de identificação de "refugiado" ou "terrorista". Diferentemente das guerras convencionais, onde um país vencia e o outro não mais guerreava, o terrorismo não tem fronteiras, não tem único líder, entretanto é formado por ideologias esparsas, o que representa perigo bem maior.

Matar um grupo de terroristas não eliminará o terror, pois novas células, sejam dos sobreviventes ou de vingadores, formar-se-ão. Se a Guerra Fria atormentou o planeta, o terrorismo será bem pior. Na Guerra Fria, as populações temiam os céus, pois poderiam cair as ogivas nucleares. O solo era o local seguro. No terrorismo, o solo passa ser ameaça. Vizinhos, transeuntes, motoristas, cada cidadão se torna um vigia de seu própria segurança. A desconfiança se acentuará, todos podem ser um possível terrorista, mesmo que não tenha as características árabes.

Bem-vindo ao século do medo!

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Sobre o Autor:
Humanista que contribui para a efetiva aplicação do artigo 3°, da CF/1988; (objetivos fundamentais), do artigo 5°, da CF; (Direitos e Garantias Fundamentais da Pessoa Humana), do artigo 37 (princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência; principalmente sobre a moralidade administrativa) da Constituição Federal de 1988; e Tratados Internacionais sobre Direitos Humanos e Garantias Fundamentais da Pessoa Humana dos quais o Brasil é signatário. NÃO HÁ DIGNIDADE HUMANA NUMA NAÇÃO QUANDO A MAIORIA DO POVO NÃO TEM QUALIDADE DE VIDA SEJA POR: SALÁRIO MÍNIMO QUE NÃO ATENDE AS NECESSIDADES BÁSICAS (art. 7°, IV, da CF); ESCASSEZ OU AUSÊNCIA DE SEGURANÇA PÚBLICA (art. 144, da CF); SERVIÇOS PÚBLICOS INEFICIENTES (LEI Nº 8.987, DE 13 DE FEVEREIRO DE 1995); IMORALIDADE DOS AGENTES POLÍTICOS (LEI Nº 8.429, DE 2 DE JUNHO DE 1992); DOENÇAS PROVOCADAS POR PRECARIEDADE NA INFRAESTRUTURA DE SANEAMENTO BÁSICO (LEI Nº 11.445, DE 5 DE JANEIRO DE 2007); OMISSÃO, NEGLIGÊNCIA DAS AUTORIDADES PÚBLICAS QUANTO AO USO INDISCRIMINADO DE AGROTÓXICOS NA ALIMENTAÇÃO HUMANA (LEI Nº 7.802, DE 11 DE JULHO DE 1989); VOTAÇÃO SECRETA DE PARLAMENTARES PARA ABSOLVER AGENTE POLÍTICO CORRUPTO..