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domingo, 13 de março de 2016

Revista Época se contradiz sobre Crucifixo de Lula

Uma publicação desta semana da revista Época, causou confusão e mais uma vez foi espalhado boato sem a devida apuração. A reportagem ressuscitou o suposto destino de um crucifico barroco que pertencia a presidência, mas que hoje não se encontra por lá. O que acontece é que a revista já tinha dado matéria sobre o assunto, em 2011, explicando a origem da obra e demonstrando que não se tratava de apropriação de patrimônio público, como agora a mesma publicação sugere.

O assunto veio novamente a tona após o juiz Sérgio Moro liderar mais uma operação da PF, também esta semana, em busca dos objetos ganhos por Lula enquanto ex-presidente da República. A própria revista Época publicou em 2011, uma longa matéria explicando a verdade do tal crucifixo, que era, incialmente, do bispo de Duque de Caxias, Dom Mauro Morelli, que ganhara a peça de um amigo médico.

No fim de 2002, o bispo viu-se obrigado a vender o Cristo. “Coloquei-o à venda para atender a necessidades pessoais e familiares com problemas financeiros decorrentes de enfermidades”, diz Dom Mauro. O comprador foi José Alberto de Camargo, diretor da Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM), empresa da família Moreira Salles, que pagou cerca de 60 mil reais pela peça barroca.

Em janeiro de 2003, com Lula recém-empossado, Camargo, por meio da Fundação Djalma Guimarães, decidiu presentear o então presidente Lula com a peça. “Não sabia o que fazer com a obra e aceitei a sugestão de Frei Betto de dá-la ao Lula”, explicou Camargo.

Em tempo, ao longo dos oito anos que passou na Presidência, Lula ganhou mais de 8 mil presentes de chefes de estado durante as missões diplomáticas que cumpriu em diversos países, do Chile à Ucrânia, do Japão a Senegal.

http://www.msn.com/pt-br/noticias/crise-politica/revista-%c3%a9poca-se-contradiz-sobre-crucifixo-de-lula/ar-AAgJ4lR?li=AAggXC1&ocid=UE01DHP

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Sobre o Autor:
Humanista que contribui para a efetiva aplicação do artigo 3°, da CF/1988; (objetivos fundamentais), do artigo 5°, da CF; (Direitos e Garantias Fundamentais da Pessoa Humana), do artigo 37 (princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência; principalmente sobre a moralidade administrativa) da Constituição Federal de 1988; e Tratados Internacionais sobre Direitos Humanos e Garantias Fundamentais da Pessoa Humana dos quais o Brasil é signatário. NÃO HÁ DIGNIDADE HUMANA NUMA NAÇÃO QUANDO A MAIORIA DO POVO NÃO TEM QUALIDADE DE VIDA SEJA POR: SALÁRIO MÍNIMO QUE NÃO ATENDE AS NECESSIDADES BÁSICAS (art. 7°, IV, da CF); ESCASSEZ OU AUSÊNCIA DE SEGURANÇA PÚBLICA (art. 144, da CF); SERVIÇOS PÚBLICOS INEFICIENTES (LEI Nº 8.987, DE 13 DE FEVEREIRO DE 1995); IMORALIDADE DOS AGENTES POLÍTICOS (LEI Nº 8.429, DE 2 DE JUNHO DE 1992); DOENÇAS PROVOCADAS POR PRECARIEDADE NA INFRAESTRUTURA DE SANEAMENTO BÁSICO (LEI Nº 11.445, DE 5 DE JANEIRO DE 2007); OMISSÃO, NEGLIGÊNCIA DAS AUTORIDADES PÚBLICAS QUANTO AO USO INDISCRIMINADO DE AGROTÓXICOS NA ALIMENTAÇÃO HUMANA (LEI Nº 7.802, DE 11 DE JULHO DE 1989); VOTAÇÃO SECRETA DE PARLAMENTARES PARA ABSOLVER AGENTE POLÍTICO CORRUPTO..